Relatório gerencial · Outubro de 2026
Referência 30/10/2026 · entregue 04/11/2026 21:46
Em uma linha
Venda de 49% do imóvel Embu por R$ 56,1 milhões, sendo R$ 35,9 milhões à vista e R$ 20,2 milhões em 24 meses
Resumo
O BTLG11 avançou com a 17ª emissão de cotas, que passou de proposta no relatório anterior para oferta aprovada e iniciada em outubro. A captação inicial prevista é de R$ 800 milhões, a R$ 106,69 por cota, podendo chegar a R$ 1,2 bilhão com o lote adicional. A oferta é destinada a investidores profissionais, preservado o direito de preferência dos atuais cotistas. O relatório ainda não informa o montante efetivamente captado.
A principal novidade em vendas é o compromisso firmado em 3 de novembro para alienar 49% do imóvel Embu por R$ 56,1 milhões. O pagamento prevê R$ 35,9 milhões à vista e R$ 20,2 milhões em 24 meses, corrigidos pela variação positiva do IPCA. O BTLG11 manterá 51% e o controle do imóvel. O ganho estimado sobre o valor de laudo é de 17,6%, com lucro projetado de R$ 0,22 por cota. Existe possibilidade de ganho adicional condicionado a cláusulas contratuais, mas o relatório apresenta valores divergentes para esse cenário: R$ 0,26 por cota no comentário da gestão e R$ 0,27 na seção de eventos.
A aquisição dos três imóveis locados à Amazon e ao Mercado Livre continua em negociação, sem anúncio de conclusão. O investimento potencial, apresentado anteriormente como R$ 918,5 milhões, aparece agora arredondado para R$ 920 milhões, envolvendo 182,5 mil m² em São Paulo e na região metropolitana de Curitiba. A gestão destaca a conclusão dessa operação como prioridade de curto prazo, mantendo o foco em imóveis logísticos de padrão AAA.
Nos resultados detalhados, ainda referentes a setembro, os aluguéis cresceram 6,3% frente a agosto, de R$ 37,9 milhões para R$ 40,3 milhões, com contribuição do imóvel Guarulhos. O resultado operacional dos imóveis subiu 7,3%, para R$ 38,1 milhões. Apesar disso, a queda dos rendimentos de caixa e dos ajustes entre caixa e competência levou o resultado final de R$ 0,83 para R$ 0,78 por cota. A distribuição ficou em R$ 0,81, e o saldo de resultados não distribuídos caiu de R$ 2,27 milhões para R$ 269 mil. Para outubro, a gestão também informa distribuição de R$ 0,81 por cota.
Não houve novas movimentações comerciais no período, diferentemente do relatório anterior, que destacou uma locação em Jundiaí. A vacância financeira permaneceu em 1,1%, com 35 imóveis e 1,53 milhão de m². A alavancagem também ficou em 1,9%, enquanto o saldo dos CRIs recuou de R$ 141,8 milhões para aproximadamente R$ 138,3 milhões.
Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.