BTCI11

BTG PACTUAL CRÉDITO IMOBILIÁRIO - FUNDO DE CRI - FI IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Inativo

Referência

30/01/2026

Entrega

30/01/2026 21:51

Resumo

No relatório gerencial de janeiro de 2026, referente a dezembro de 2025 do BTCI11, o patrimônio líquido alcançou R$ 1,007 bilhão, com cota patrimonial de R$ 10,27, comparado a R$ 1,003 bilhão e R$ 10,07 em novembro. A distribuição de rendimentos foi de R$ 0,10 por cota, ante R$ 0,096 no mês anterior, representando rentabilidade mensal de 0,97%. A composição do resultado por cota veio de receita de CRI em R$ 0,067, caixa em R$ 0,019, FII em R$ 0,011 e despesas de R$ 0,010.

O gestor reportou novos aportes em incorporações residenciais em andamento, mantendo 71% do patrimônio líquido alocado em 37 operações desse foco principal. Houve vencimento ordinário do CRI Marajoara e resgate antecipado facultativo total do CRI BILD pela devedora, com pagamento integral antecipado ao cronograma. Alocações pontuais em ativos táticos foram realizadas para rentabilizar o caixa durante a seleção de novos investimentos estruturais.

A alocação total mostra CRIs em 71,6% do PL (estruturais 59,5% e táticos 12,1%), FIIs em 9,5% (com BTYU11 representando 9,53%) e caixa em 18,9%, ante cerca de 82,6% em CRIs, 15,2% em FIIs e caixa residual próximo de 2% no relatório anterior. No portfólio, residencial domina com 74%, seguido de desenvolvimento logístico em 26%; indexadores dividem-se em IPCA com 66% (spread médio de 9,5%) e CDI com 34% (spread de 3,6%); duration concentra 41% até 2 anos, 22% entre 2-4 anos e 37% acima de 4 anos; localização é 92% no Sudeste.

As receitas totais caíram de R$ 10,9 milhões em novembro para R$ 9,5 milhões em dezembro, com receita de CRI reduzindo de R$ 8,5 milhões para R$ 6,6 milhões, enquanto FII subiu de R$ 0,8 milhão para R$ 1,1 milhão e caixa de R$ 1,7 milhão para R$ 1,8 milhão. O dividend yield patrimonial ficou em 11,9% a.a., ante 12,0% no mês anterior, e número de cotistas em 19.285, ante 197.652 reportados previamente. O gestor vê benefício aos fundos de crédito imobiliário com expectativa de corte na Selic em março de 2026, e preços residenciais subiram 6,52% em 2025 pelo FipeZap.

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