No relatório de janeiro 2026, referente a dezembro 2025, o BTCI11 registrou valor de mercado de R$ 929,5 milhões, alta de 0,86% ante R$ 921,6 milhões em novembro, com cota de mercado em R$ 9,34 e dividend yield de mercado estável em 13,2% a.a. O patrimônio líquido caiu para R$ 999,9 milhões, de R$ 1.002,6 milhões, e a cota patrimonial para R$ 10,05, de R$ 10,07, elevando o DY patrimonial para 12,22% a.a. A distribuição foi de R$ 0,097 por cota, ante R$ 0,096, representando rentabilidade mensal de 1,04%, igual à anterior.
A composição do resultado por cota mostrou receita de CRI em R$ 0,060, queda ante R$ 0,067 em novembro, enquanto receita de FII subiu para R$ 0,016, de R$ 0,013, e receita de caixa para R$ 0,003, de R$ 0,002. Despesas reduziram para -R$ 0,009, de -R$ 0,011, resultando em lucro líquido de R$ 0,070 por cota, de R$ 0,071. O ADTV ficou em R$ 1.722,9 mil, ligeira alta de R$ 1.720,7 mil, e número de cotistas subiu para 198.581, de 197.652.
Na carteira, a alocação em CRI passou para 83,2%, de 82,6%, com estruturais em 63,7%, ante 59,8%, e táticos em 19,5%, de 22,9%. FIIs em 15,4%, estável. O spread médio IPCA subiu para +9,9%, de +9,8%, e CDI para +13,9%, de +13,4%, com IPCA em 95%, de 94%. No segmento logístico, exposição para 45%, de 40%, e residencial para 15%, de 16%. Duration acima de 5 anos em 58%, ante acima de 4 anos em 54%. Principais ativos estruturais como MRV Flex caíram para R$ 56,2 milhões (5,6% do PL), de R$ 58,3 milhões, e Casa Shopping para R$ 57,4 milhões, de R$ 57,9 milhões. Nos táticos, saídas como Comporte e Mateus, com saldos ajustados em Uberlandia Refrescos estável em R$ 48,1 milhões.
O gestor destacou vencimento ordinário do CRI Marajoara e resgate antecipado total do CRI BILD pela devedora, com pagamento integral antecipando o cronograma. Continuam alocações pontuais em táticos, com foco em originação de novos ativos, e todos os ativos adimplentes. No macro, Copom sinalizou corte de Selic possível em março 2026, com dados de atividade e inflação positivos, beneficiando fundos de crédito imobiliário. Preços residenciais subiram 6,52% em 2025 pelo FipeZap.