O relatório de abril de 2025 refere-se ao fundo imobiliário BRCR11, o BC Fund.
O gestor destaca a repactuação da dívida do Diamond Tower, estendendo o vencimento por 24 meses, até abril de 2027, e a redução do spread da dívida para CDI+1,90%. O gestor também comenta sobre o mercado de escritórios em São Paulo e Rio de Janeiro.
Em abril de 2025, o fundo distribuiu R$0,45 por cota, resultando em um dividend yield anualizado de 13,5%. O valor de mercado do fundo é de R$1,13 bilhão, com um valor patrimonial de R$2,312 bilhões. A vacância financeira é de 10,6% e a vacância física é de 12,1%.
O relatório não apresenta informações financeiras detalhadas de março de 2025 devido à auditoria das demonstrações financeiras anuais.
Houve uma ligeira melhora na vacância financeira do portfólio, de 11,7% em fevereiro e março para 10,6% em abril, devido ao início de uma nova locação de dois andares na Torre Almirante. A receita contratada de locação também apresentou ligeiro aumento, passando de R$16,3 milhões em fevereiro e março para R$16,5 milhões em abril, refletindo o reajuste contratual anual de parte da carteira.
A dívida do fundo está relacionada aos ativos Diamond Tower e Torre Almirante. A dívida de curto prazo (2025) foi rolada por mais 24 meses.
O gestor estima distribuição de R$0,40 em maio e junho, R$0,48 em julho e R$0,40 em agosto de 2025.
A carteira do fundo é composta por 9 imóveis, com a maior parte da receita vindo de contratos de locação atípicos indexados ao IGP-M. Os principais locatários são Petrobras, Samsung e Cargill. A maior parte da vacância está concentrada na Torre Almirante e no EZ Towers.
Em relação ao retorno do cotista, em abril de 2025, o fundo apresentou um retorno positivo de 7,6%, superando o IFIX (3,0%) e o Ibovespa (3,7%). No entanto, nos últimos 12 meses, o fundo apresentou um retorno negativo de 12,5%, enquanto o IFIX teve um retorno positivo de 0,9% e o Ibovespa um retorno positivo de 7,3%.