No relatório de março de 2026 do BPML11, o valor de mercado caiu para R$ 680,9 milhões ante R$ 704,9 milhões em fevereiro, com cota de mercado em R$ 91,42 contra R$ 94,72, enquanto o valor patrimonial subiu para R$ 925,9 milhões dos R$ 923,3 milhões anteriores, e cota patrimonial para R$ 124,42 dos R$ 124,07. O dividend yield avançou para 12,08% a.a. ante 11,66%, mantendo o rendimento mensal em R$ 0,92 por cota.
A ocupação consolidada do portfólio ficou em 93,4%, leve queda dos 93,7% do mês anterior, com 8 imóveis inalterados. As vendas por m² recuaram para R$ 1.096 dos R$ 1.329, e o NOI para R$ 29,757 mil dos R$ 44,609 mil, mas a inadimplência melhorou para 2,3% ante 11,3%, com SSR em 7,5% (era 5,7%) e SSS negativo em -2,3% (era +3,2%). Destaques incluem vendas anuais em alta em Contagem, Ilha Plaza e Plaza Macaé, e fluxo de veículos crescendo no Plaza Macaé desde o segundo semestre de 2025.
No resultado de fevereiro, receitas subiram para R$ 13,473 milhões dos R$ 12,709 milhões de janeiro, com resultado líquido de R$ 9,453 milhões (R$ 8,495 milhões antes) e ajustado de R$ 5,072 milhões (R$ 10,977 milhões). Aplicações financeiras caíram para R$ 181,7 milhões dos R$ 182,2 milhões devido a amortização de dívida, mantendo patrimônio líquido em R$ 925,9 milhões.
Nas obrigações, dívidas totais seguem em R$ 179 milhões, com longa a CDI +1,50% até ago/2031 (R$ 121 milhões) e curta a CDI +2,05% até jul/2026 (R$ 58 milhões), sem alterações no cronograma de amortizações.
Eventos de março incluíram celebrações de Páscoa com chegada do coelhinho em vários shoppings, e inaugurações como Luz da Lua no Capim Dourado e reinauguração da Centauro no Ilha Plaza, alinhadas à expectativa de impulso pré-Copa do Mundo mencionada pelo gestor. Cotistas aumentaram para 5.626 dos 5.378, e ADTV dobrou para R$ 6,28 milhões dos R$ 3,05 milhões.