No relatório de fevereiro/2026 do ALZR11, o patrimônio líquido alcançou R$ 1.353 milhões, ante R$ 1.300 milhões em janeiro, impulsionado pela 8ª emissão de cotas, que captou R$ 191 milhões com 18 milhões de novas cotas subscritas até o 1º procedimento de alocação em 3 de março. O número de cotistas subiu para 188.609, crescimento de 3,1% em relação a janeiro (mais 5.600 novos), continuando a tendência de expansão pós-desdobramento de maio/2025, com cerca de 35 mil entradas desde então.
O caixa e valores mobiliários totalizaram R$ 265 milhões ao fim de fevereiro, ou 19% do patrimônio líquido, contra R$ 197 milhões (15%) em janeiro, sem incluir recursos da emissão. A relação caixa/obrigções futuras melhorou para 42,7%, ante 31,7%, enquanto obrigações por CRIs caíram para R$ 551 milhões (de R$ 554 milhões), e relação obrigações/PL foi para 45,8% (de 47,9%).
Houve inadimplência nos aluguéis dos ativos CDB Ana Rosa e Morumbi (3,3% da receita total), não recebidos em fevereiro por transição de controle da locatária; medidas foram adotadas, sem impacto na distribuição de março ou no guidance do 1º semestre/2026 (R$ 0,080 a 0,082/cota mensal, recorrente). Receitas caíram para R$ 10,3 milhões (de R$ 11 milhões em janeiro), com resultado caixa de R$ 9,1 milhões (R$ 0,072/cota), mas distribuição mantida em R$ 0,084/cota (R$ 10,2 milhões), deixando reserva de R$ 0,039/cota (ante R$ 0,048).
O gestor realizou aquisição de R$ 30,8 milhões em cotas dos fundos PQAG11 e HGBL11, para exposição a imóvel built-to-suit da Natura em São Paulo (contrato atípico até 2034). Vacância segue zero financeira e física, com 24 imóveis, 100% atípicos, prazo médio de 9 anos (leve queda de 9,1 anos), e portfólio diversificado inalterado em classes e localizações.
No secundário, preço de fechamento foi R$ 10,80 (VP R$ 10,65), variação de +0,4% (de -0,1% em janeiro), volume médio diário R$ 2,6 milhões (de R$ 2,2 milhões), negociando ligeiramente acima do VP. Não houve reajustes de aluguéis em fevereiro.