No relatório de fevereiro de 2026 do XPSF11, o rendimento distribuído por cota permaneceu em R$ 0,07, com pagamento previsto para 13 de março, representando 99,4% dos lucros no semestre, ante 97,1% em janeiro. As receitas caíram de R$ 3,39 milhões em janeiro para R$ 3,26 milhões em fevereiro, impulsionadas por rendimentos de FIIs em R$ 2,63 milhões e CRIs em R$ 0,51 milhão, com resultado de R$ 2,98 milhões.
O patrimônio líquido ficou estável em R$ 355,3 milhões, com valor patrimonial da cota em R$ 8,21 e cota de mercado em R$ 6,85, elevando o P/VP para 0,83 ante 0,78 em janeiro. A cota patrimonial ajustada (considerando VP dos FIIs investidos) foi de R$ 9,27, com desconto de 35,3% na cota de mercado, menor que os 40,5% de janeiro. O número de cotistas recuou para 54.699 de 55.338.
Na carteira, a alocação em FIIs segue em 86%, com CRIs subindo para 12,5% do PL (R$ 44,5 milhões) ante 10,8% em janeiro, destacando aumento no CRI Econ (de R$ 1 milhão para R$ 5,9 milhões). As compras somaram R$ 1,8 milhão em BBIG11 (R$ 0,9 milhão), MCCI11 (R$ 0,5 milhão), HSAF11 e JSRE11, enquanto a venda de R$ 0,9 milhão em TEPP11 gerou ganho de capital, reduzindo posição após acúmulo em janeiro, mas mantendo exposição por expectativa de dividendos maiores.
A liquidez caiu, com volume negociado de R$ 14,7 milhões (giro de 5,02%) ante R$ 34,5 milhões em janeiro (12%), e presença em 100% dos pregões. O IFIX subiu 1,32% em fevereiro, menor que 2,27% em janeiro, com destaque para tijolos (logísticos +2,16%, shoppings +2,20%). O gestor cita desconto em fundos como BBIG e atratividade em CRIs para eficiência.