O relatório de auditoria independente da PwC sobre as demonstrações financeiras do XPSF11, referentes a 31 de dezembro de 2025, emite opinião sem ressalvas, confirmando que elas apresentam adequadamente a posição patrimonial, o desempenho e os fluxos de caixa, conforme práticas contábeis brasileiras para FIIs. O principal foco da auditoria foi a existência e mensuração dos investimentos, compostos majoritariamente por cotas de fundos imobiliários, conciliados com dados da B3. O patrimônio líquido cresceu para R$ 351,3 milhões, ante R$ 314,7 milhões em 2024, com ativo total de R$ 354,7 milhões, impulsionado por caixa e equivalentes em R$ 16,4 milhões e realização de R$ 2,7 milhões.
No balanço, as cotas de FIIs representam 90% do ativo (R$ 316,1 milhões), seguidas de certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) em R$ 19,5 milhões (5,5%), com diversificação em fundos como CPTS11, RBRL11 e MXRF11. O resultado líquido do exercício foi positivo em R$ 69,6 milhões (R$ 1,6062 por cota), revertendo o prejuízo de R$ 22,6 milhões em 2024, graças a rendimentos e ganhos de capital com cotas de FIIs (R$ 70,5 milhões líquidos). Os fluxos de caixa mostram entrada de R$ 47,7 milhões em investimentos e saída de R$ 33,2 milhões em distribuições.
O fundo distribuiu R$ 32,9 milhões em rendimentos (98,2% do lucro pelo regime de caixa), com valor patrimonial da cota em R$ 8,11 e rentabilidade de 22,1% em 2025 (sem considerar distribuições). As notas destacam políticas de mensuração ao valor justo, riscos de mercado, crédito e liquidez, e encargos como taxa de administração de 0,8% sobre o PL médio. Não houve emissões ou amortizações de cotas, e o fundo segue condomínio fechado com negociação no mercado secundário pela B3.