No relatório de janeiro de 2026 do XPSF11, o patrimônio líquido alcançou R$ 355,4 milhões, aumento de cerca de R$ 4,1 milhões em relação aos R$ 351,3 milhões de dezembro de 2025, com valor patrimonial da cota subindo para R$ 8,21 ante R$ 8,11. A cota de mercado fechou em R$ 6,64 ex-proventos, de R$ 6,58 no mês anterior, resultando em P/VP de 0,78 contra 0,81. O dividend yield anualizado ficou em 15,76% no mercado e 12,61% sobre o patrimonial, leve queda ante 15,92% e 12,77% de dezembro.
O gestor continuou a reciclagem parcial da carteira, zerando posições em PCIP11 e ALZR11, com vendas de 128 mil cotas de PCIP por R$ 1,4 milhão e 123 mil de ALZR por R$ 10,4 milhões, além de KNIP11 (31 mil cotas, R$ 3 milhões), KNRI11 (R$ 1 milhão) e BTCI11 (R$ 0,2 milhão). Em compras, destacou-se aumento em TEPP11 com 235 mil cotas por R$ 2 milhões, além de entradas em MCCI11 (10 mil cotas, R$ 0,9 milhão), HSAF11 (R$ 0,6 milhão), JSRE11 (R$ 0,5 milhão), RBRR11, BBIG11, AIEC11 e PSEC11.
A alocação em CRIs cresceu para 10,81% do PL (R$ 38,4 milhões), ante 5,54% em dezembro, com nova aquisição do CRI JCC Iguatemi (15.655 unidades, R$ 12,8 milhões a CDI + 1,30% a.a., comprado em janeiro) e elevação no CRI Lucio para R$ 12,9 milhões a CDI + 1,50% a.a. A taxa média dos CRIs ficou em CDI + 1,81%. No portfólio de FIIs, que representa 86%, os segmentos mostram CRI em 33%, logístico 22% e escritórios 18%, com tops como CPTS11 em 6,2% e RBRL11 em 5,9%.
Financeiramente, receitas de janeiro somaram R$ 3,39 milhões (R$ 2,84 milhões de FIIs e R$ 0,49 milhão de CRIs), resultado de R$ 3,12 milhões e distribuição de R$ 0,07 por cota, pagável em 13 de fevereiro, equivalente a 97,1% dos lucros no semestre. Nos últimos 12 meses, receitas totalizaram R$ 36,95 milhões e distribuições R$ 33,34 milhões, com média mensal de R$ 0,064 por cota.
Liquidez melhorou, com volume negociado de R$ 34,5 milhões (contra R$ 29 milhões em dezembro), giro de 12% das cotas e presença 100% nos pregões, elevando o volume médio diário para R$ 1,643 mil. Número de cotistas caiu para 55.338 de 55.688. O IFIX subiu 2,27% em janeiro, e o gestor nota desconto de 11% no P/VP médio da classe (0,89 ante histórico 0,95), com caixa em 3%.