No relatório de abril de 2026 do XPSF11, o gestor manteve a estratégia de preservar o caixa disponível, com apenas movimentações pontuais em meio ao cenário de incerteza. Foram realizadas uma alienação parcial na alocação de TEPP para capturar ganho de capital e o pré-pagamento integral do CRI Econ pelo devedor. Como resultado, a exposição direta em CRIs atingiu 9,0% do patrimônio no fechamento do mês.
Comparado ao relatório de março, que também registrou preservação de caixa e alienação parcial de TEPP, além de amortização de 50% do CRI Lucio, a principal mudança em abril foi a liquidação total do CRI Econ. A exposição em CRIs diretos recuou de 10,8% em março para 9,0% em abril. O IFIX apresentou alta de 1,53% em abril, após queda de 1,06% no mês anterior.
O XPSF11 fechou abril a R$ 6,78 por cota, com dividend yield anualizado de 15,59%, e a cota patrimonial atingiu R$ 8,12 antes da distribuição, gerando yield de 12,87% ao ano. Esses níveis são próximos aos de março, quando a cota de mercado ficou em torno de R$ 6,73 a R$ 6,80 e os yields anualizados em 15,54% e 12,88%.