No mês de junho o XPSF11 apresentou estabilidade na distribuição de rendimentos, mantendo R$ 0,07 por cota, o mesmo valor de maio. O yield anualizado subiu de 15,97% para 16,67%, enquanto o patrimônio líquido recuou de R$ 341,0 milhões para R$ 331,1 milhões. A cota de mercado fechou em R$ 6,37, abaixo dos R$ 6,56 do mês anterior, e o P/VP passou de 0,83 para 0,82.
O gestor realizou vendas de 25 mil cotas de KNSC11, realizando ganho de capital, e comprou 1.196 cotas de KNIP11, alterando levemente a exposição entre esses dois fundos de CRI. Além disso, um CRI investido diretamente no portfólio venceu e foi pago integralmente, elevando a posição em caixa para 3% do patrimônio, contra 1% registrado em maio.
O número de cotistas caiu de 54.067 para 53.823 e o volume médio diário de negociações diminuiu de R$ 433 mil para R$ 386 mil. A alocação por tipo de ativo permaneceu próxima, com FIIs em torno de 86%, CRIs em 10% e caixa em 3%, enquanto a distribuição setorial mostrou pequena variação nos percentuais de CRI e Logístico.
O comentário do gestor destacou a intenção de manter um perfil mais conservador, com maior peso em fundos de CRI, diante da expectativa de maior volatilidade no segundo semestre. A distribuição no semestre acumulado continuou superior a 100% dos lucros calculados pelo regime de caixa, mantendo o mesmo padrão observado em maio.