No relatório de março 2026 do XPLG11, a gestora declarou R$ 0,82 por cota, com dividend yield anualizado de 9,78% sobre a cotação de fechamento em R$ 100,59, pagamento em 15/04/26; o resultado não distribuído do NE Logistic FII caiu para R$ 1,38/cota, ante R$ 1,45/cota em fevereiro.
Ocorreram devoluções de áreas: 10,7 mil m² de ABL no CD Piracicaba por dois locatários e 1,9 mil m² no Syslog RJ por um locatário, elevando a vacância física para 8,7% (de 7,8% em fevereiro) e financeira para 4,3% (de 3,4%); as áreas vagas entraram em processo de comercialização.
A 9ª emissão de cotas segue em andamento com R$ 1 bilhão inicial, expectativa de encerramento em abril 2026, dependendo de diligências em imóveis e condições precedentes para aquisições.
O patrimônio líquido subiu para R$ 4,45 bilhões (de R$ 4,24 bilhões em fevereiro), com 341.600 cotistas (ante 337.578); no fluxo de caixa de março, receitas foram R$ 42,4 milhões (de R$ 44,1 milhões), resultado base R$ 33,2 milhões (de R$ 34,0 milhões) e distribuído R$ 33,4 milhões (de R$ 32,8 milhões).
Na rentabilidade, o valor patrimonial por cota foi R$ 106,16 (de R$ 106,03), com ganho de capital bruto de -1,67% em março e retorno total bruto de -1,66%, ante IFIX de -1,06%; no acumulado de 12 meses, retorno total bruto em 12,91% (de cerca de 23% em fevereiro).
A composição de locatários mudou, com Leroy em 39% da receita imobiliária (de cerca de 9% em fevereiro, ajustado por gráficos), Mercado Livre em 25% e Renner em 9%; WAULT caiu para 4,9 anos (de 5,0 anos), inadimplência subiu para 3,9% (de 1,9%) e tipologia de contratos passou para 51% típico (de 53%).
As contas a pagar totais aumentaram para R$ 802 milhões (de R$ 801 milhões), com destaque para CRIs recentes; o administrador convocou AGO para aprovação de contas de 2025, com votação até 02/05/26.