No relatório de maio de 2026 do XPCI11, o rendimento distribuído por cota subiu para R$ 0,93, ante R$ 0,90 em abril, elevando o yield anualizado para 13,86% contra 13,52% no mês anterior. O resultado líquido por cota alcançou R$ 0,96, ligeiramente acima dos R$ 0,95 registrados em abril, com o book de CRIs contribuindo com a maior parte do resultado em ambos os períodos.
O gestor informou ausência de movimentações relevantes na alocação durante maio, mantendo a carteira composta por 46 CRIs e 3 FIIs, com R$ 737,42 milhões investidos na estratégia e R$ 37 milhões em liquidez. Isso difere de abril, quando ocorreu liquidação de posições em FIIs adicionais. A alocação em FIIs encerrou maio em R$ 47,20 milhões, levemente inferior aos R$ 47,77 milhões do mês anterior, mantendo exposição principal em GARE11, GCRI11 e PSEC11.
As taxas médias mark-to-market do book de CRIs avançaram para IPCA + 8,60% ao ano, contra 8,41% em abril, e para CDI + 3,36% ante 3,31%, enquanto o LTV médio se manteve em 48%. A composição por indexador permaneceu estável, com 91,17% em IPCA + e 8,83% em CDI +.
O número de cotistas cresceu para 83.304 em maio, de 81.328 em abril. O volume negociado mensal aumentou para R$ 42,32 milhões, contra R$ 37,77 milhões no mês anterior, com a cota de mercado fechando em R$ 85,53, acima dos R$ 84,72 de abril, enquanto o valor patrimonial da cota recuou para R$ 88,55 de R$ 89,00.
O comentário do gestor destacou cenário internacional com sinais de redução de tensões no Oriente Médio e volatilidade doméstica associada a discussões eleitorais e pressões inflacionárias, mencionando desempenho relativo superior dos FIIs de CRI no IFIX em relação a outros segmentos. A composição setorial se manteve similar, com maior peso em varejo alimentício, incorporação vertical e shoppings, e concentração geográfica no Sudeste em torno de 78,8%.