No relatório de junho de 2026 do XPCI11, o rendimento distribuído por cota foi de R$ 0,95, superior aos R$ 0,93 registrados em maio. O yield mensal subiu para 1,12% e o anualizado alcançou 14,30%, contra 1,07% e 13,86% no mês anterior. O resultado líquido por cota avançou de R$ 0,96 para R$ 0,99, com o book de CRIs respondendo pela maior parte do resultado em ambos os períodos.
O fundo realizou a aquisição de R$ 15 milhões do CRI TRX Mateus III a taxa de CDI + 1,00% ao ano. Com isso, a carteira passou a contar com 47 CRIs, ante 46 no relatório anterior. O book de FIIs permaneceu sem movimentações, com alocação total de R$ 46,17 milhões em junho, contra R$ 47,20 milhões em maio.
A cota patrimonial do XPCI11 recuou de R$ 88,55 em maio para R$ 87,11 em junho, enquanto a cota de mercado caiu de R$ 85,53 para R$ 84,82. O patrimônio líquido se manteve em R$ 776,69 milhões. O número de cotistas aumentou ligeiramente, de 83.304 para 83.392.
As taxas médias de marcação a mercado da carteira passaram de IPCA + 8,60% e CDI + 3,36% em maio para IPCA + 9,05% e CDI + 2,70% em junho. A exposição a IPCA+ representou 90,71% do book, contra 91,17% no mês anterior. O volume médio diário de negociação recuou para R$ 2,00 milhões em junho, ante R$ 2,11 milhões em maio.
O gestor informou que a estratégia continua voltada à originação própria de CRIs de qualidade, com foco em oportunidades no mercado secundário. Não houve alterações relevantes na composição setorial ou na estrutura de garantias dos principais ativos entre os dois relatórios. A liquidez em caixa encerrou junho em R$ 41,79 milhões, acima dos R$ 37 milhões de maio.