As demonstrações financeiras do VRTM11 em 31 de dezembro de 2025, auditadas pela Grant Thornton com opinião sem ressalvas, mostram um patrimônio líquido de R$ 439,8 milhões, ante R$ 434,3 milhões em 2024. O ativo total chegou a R$ 467,6 milhões, com destaque para imóveis em estoque de R$ 226,2 milhões (51,4% do PL), certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) de R$ 103,6 milhões (23,6% do PL) e cotas de fundos imobiliários de R$ 122 milhões (27,7% do PL no circulante). Os principais assuntos de auditoria foram a mensuração de imóveis e CRIs, com procedimentos que confirmaram critérios razoáveis.
O fundo registrou lucro líquido de R$ 56,2 milhões em 2025, contra R$ 4,9 milhões em 2024, impulsionado por resultados de imóveis (R$ 28,8 milhões), ativos financeiros imobiliários (R$ 31,4 milhões) e outras rendas, menos despesas de R$ 6 milhões. O lucro por cota foi R$ 1,20, com valor patrimonial de R$ 9,36. O caixa líquido das operações foi positivo em R$ 47,4 milhões, enquanto as atividades de financiamento consumiram R$ 50,7 milhões em distribuições.
O VRTM11 distribuiu R$ 50,7 milhões em rendimentos (99,7% da base de caixa), mantendo 47 milhões de cotas. A carteira inclui dezenas de imóveis residenciais e comerciais em desenvolvimento ou prontos para venda, como Evolve Vila Mariana e CK Artefacto Towers, além de CRIs com garantias como alienação fiduciária e cotas em FIIs como VVRI11 e WTSP11. As notas destacam riscos como liquidez baixa, crédito, tributários e macroeconômicos, sem contingências judiciais reportadas.