VRTM11

FATOR VERITÀ MULTIESTRATÉGIA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

31/05/2026

Entrega

18/06/2026 16:45

Resumo

No relatório de maio de 2026 do VRTM11, a gestora informou a aquisição de R$ 0,7 milhão do CRI Terrassa com remuneração de IPCA mais 12,25% ao ano, enquanto em abril haviam sido realizadas compras de R$ 5 milhões do CRI Evoke a CDI mais 4,5% e R$ 0,9 milhão do mesmo Terrassa, além de resgate total do CRI Minas Brisa por R$ 1,6 milhão e substituição de séries no CRI Residence Entreserras. Nas imobiliárias, ocorreram liberações de R$ 0,8 milhão em seis empreendimentos em obra, ante R$ 0,9 milhão em abril, e recompra de seis unidades em Habitat Vida, MGB e Habitat Aquarela por valores totais aproximados de R$ 253 mil, R$ 149 mil e R$ 598 mil respectivamente, contra 13 unidades recompradas no mês anterior. O fundo procedeu à quitação de unidades do Mirai Suzano após a construtora Patriani não exercer o direito de recompra por inadimplência, incorporando mais duas unidades à operação e encerrando com 27 unidades para venda, com ganho projetado entre R$ 90 mil e R$ 120 mil por apartamento, equivalente a R$ 0,04 a R$ 0,06 por cota, diferente do processo de escrituração mantido nas três unidades do Alpha Houses I. Houve desinvestimento total do TRXF11, movido por amortização parcial do VIUR11 e realocação de recursos, enquanto em abril ocorreram amortizações no BICE11 e VIUR11 com impacto no TRXF11 programado para maio.

O número de cotistas do VRTM11 caiu para 11.844 em maio, de 11.903 em abril, a cota de mercado recuou para R$ 7,27 de R$ 7,40, a cota patrimonial para R$ 9,47 de R$ 9,49 e a reserva por cota subiu para R$ 0,078 de R$ 0,063, mantendo o rendimento por cota em R$ 0,090 e elevando o dividend yield mensal para 1,24% de 1,22%. O potencial kicker acumulado diminuiu para R$ 0,086 de R$ 0,091. A composição da carteira mostrou CRI em 24,09% ante 24,02%, caixa em 46,27% ante 45,89%, FII em 5,83% ante 5,63% e imóveis em 23,82% ante 24,47%. O total de resultado mensal foi de R$ 4,9 milhões em maio, abaixo dos R$ 5,5 milhões de abril, embora a distribuição mantida em R$ 4,2 milhões tenha gerado reserva acumulada maior.

A distribuição dos CRIs por indexador em maio indicou 48,43% atrelado a IPCA, 49,31% a CDI e 2,26% a IGPM, com taxa média de aquisição de 9,99% no IPCA, 3,29% no CDI e 8,75% no IGPM, valores próximos aos de abril. A carteira de FIIs totalizou R$ 106,8 milhões, com concentração em recebíveis imobiliários em 39,60% e lajes corporativas em 22,72%, enquanto a de imóveis diretos somou R$ 207,6 milhões desembolsados, com taxa média de IPCA mais 11,0% ao ano e maior peso em São Paulo com 59,63% dos ativos. O volume médio diário negociado subiu para R$ 409 mil em maio, de R$ 177 mil em abril.