VRTM11

FATOR VERITÀ MULTIESTRATÉGIA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

30/06/2026

Entrega

24/07/2026 16:59

Resumo

No relatório de junho de 2026 do VRTM11, o fundo realizou novas aquisições de unidades imobiliárias na planta, com 33 unidades no empreendimento Impper Legacy em São Paulo comprometendo R$ 14,9 milhões e 3 unidades no Habitat Casa Laguna em Goiás por R$ 2,1 milhões. Houve também a conclusão da recompra das últimas unidades do AGER Stillo Barra, operação que gerou TIR de 1,35% ao mês ou 17,51% ao ano, além de liberações de R$ 9,3 milhões em quatro projetos em obras e recompras pontuais em outros empreendimentos como Escritório Barra da Tijuca e Habitat Aquarela. No portfólio de FIIs, foram vendidas integralmente as posições em HGBS e RINV, reduzidas as participações em BTCI, LVBI e HGCR, e iniciada posição no ITIT11, que negocia com desconto e anunciou incorporação de ativos pelo INHF11 com ganho projetado de cerca de R$ 0,35 por cota.

Comparando com o relatório de maio, o patrimônio líquido do VRTM11 recuou de R$ 444,8 milhões para R$ 442,3 milhões, a cota patrimonial caiu de R$ 9,47 para R$ 9,42 e a cota de mercado de R$ 7,27 para R$ 7,07, enquanto o número de cotistas diminuiu de 11.844 para 11.765. A distribuição de rendimentos permaneceu estável em R$ 0,09 por cota, mantendo o dividend yield mensal em torno de 1,27%. A alocação por tipo de ativo mostrou aumento na parcela de caixa para 48,11% e na de FIIs para 22,02%, com redução nos imóveis diretos para 5,87% e leve queda nos CRIs para 23,99%.

Na carteira de CRIs, os valores totais se mantiveram próximos, com pequenas variações nos saldos individuais e destaque para a compra de R$ 0,7 milhão no CRI Terrassa. Os resultados recorrentes dos CRIs e imóveis diretos apresentaram variação mês a mês, mas o total distribuído seguiu igual, com uso ou retenção de reserva ajustando o resultado. O potencial kicker acumulado por cota subiu ligeiramente para R$ 0,09. O relatório destaca o cenário macroeconômico global e doméstico, com foco em dados de emprego nos EUA, decisões dos bancos centrais e pressão cambial no Brasil, sem alterações expressivas na estratégia geral de diversificação entre CRIs, FIIs e imóveis diretos.