No relatório de julho de 2026 do VRTM11 o patrimônio líquido caiu para R$ 438,9 milhões ante R$ 442,3 milhões de junho, com a cota patrimonial em R$ 9,34 contra R$ 9,42 no mês anterior. A cota de mercado recuou de R$ 7,07 para R$ 6,91 e o número de cotistas diminuiu de 11.765 para 11.704.
Na carteira de CRIs ocorreram compras de R$ 7 milhões do CRI Terrassa a IPCA+12,15%, R$ 1 milhão do CRI Lote 5 II a IPCA+12,20%, R$ 4,4 milhões do CRI Fibra a IPCA+2,57% e R$ 3,1 milhões do CRI Dal Pozzo a CDI+5,21%. Foram vendidos integralmente o CRI Evoke 2ª série por cerca de R$ 3,7 milhões e os CRIs MRV e MRV II por cerca de R$ 10,2 milhões. No mês anterior as movimentações se limitaram a uma compra de R$ 0,7 milhão do CRI Terrassa.
Na carteira de imóveis foram liberados R$ 2,2 milhões em quatro empreendimentos em obras. Houve recompra de 12 unidades, incluindo uma do Escritório Barra da Tijuca por R$ 2,5 milhões, uma do Habitat Vida por R$ 263 mil, uma do Gibran por R$ 677 mil e nove do MGB por R$ 661 mil. A operação Habitat Vida foi concluída com 100% das unidades recompradas, gerando TIR de 1,49% ao mês ou 19,40% ao ano. O processo de escrituração das 27 unidades do Mirai Suzano foi finalizado, deixando o fundo apto a iniciar vendas. No mês anterior as liberações somaram R$ 9,3 milhões e foram assinadas novas aquisições de 33 unidades do Impper Legacy e três do Habitat Casa Laguna.
A carteira de FIIs não apresentou movimentações em julho, enquanto em junho ocorreram vendas de posições menores e entrada no ITIT11. A alocação em julho ficou em 24,15% em CRIs, 21,72% em FIIs, 47,49% em imóveis e 6,63% em caixa, contra 23,99% em CRIs, 22,02% em FIIs e 48,11% em caixa no mês anterior.
O rendimento distribuído manteve-se em R$ 0,09 por cota, com dividend yield mensal subindo de 1,27% para 1,30%. O potencial kicker acumulado permaneceu em R$ 0,090 por cota. O volume médio diário negociado caiu de R$ 186 mil para R$ 109 mil.