O documento apresenta as demonstrações financeiras do VRTA11 em 31 de dezembro de 2025, auditadas pela Grant Thornton com opinião sem ressalvas, confirmando que refletem adequadamente a posição patrimonial e os resultados conforme práticas contábeis brasileiras para FIIs. O patrimônio líquido totalizou R$ 1.314,9 milhões, ante R$ 1.353,0 milhões em 2024, representando 97,18% do passivo total de R$ 1.434,4 milhões. Os principais ativos são certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) líquidos de provisão para devedores duvidosos (PDD) em R$ 1.180,1 milhões (89,75% do PL), cotas de outros FIIs em R$ 172,0 milhões e letras financeiras do Tesouro (LFT) em R$ 46,2 milhões, com o auditor destacando os CRIs como principal assunto de auditoria devido ao seu peso na carteira.
No exercício de 2025, o VRTA11 registrou lucro líquido de R$ 120,9 milhões, superior aos R$ 44,9 milhões de 2024, impulsionado por rendimentos de CRIs de R$ 161,9 milhões, valorização a valor justo desses ativos em R$ 25,7 milhões e rendimentos de cotas de FIIs em R$ 111,1 milhões, parcialmente compensados por provisões para PDD de R$ 68,6 milhões (aumento significativo ante R$ 1,5 milhão em 2024, totalizando R$ 79,5 milhões) e desvalorização de cotas de FIIs em R$ 111,1 milhões. O fluxo de caixa operacional foi positivo em R$ 162,7 milhões, com investimentos líquidos negativos de R$ 7,8 milhões e financiamento negativo de R$ 159,0 milhões devido a distribuições.
O fundo distribuiu R$ 159,0 milhões em rendimentos aos cotistas, equivalente a 95% do resultado mínimo exigido, mantendo 15,6 milhões de cotas integralizadas. A carteira de CRIs é composta por cerca de 78 títulos, majoritariamente atualizados por IPCA com ratings variados, e cotas em nove FIIs multiestratégia focados em CRIs. As notas destacam políticas contábeis, riscos de crédito e mercado, e adaptação à Instrução CVM 175/22, sem demandas judiciais ou operações com partes relacionadas além da taxa de administração de 0,20% a.a.