No relatório de abril de 2026 do VRTA11, a gestora realizou aquisições de R$ 3,5 milhões do CRI Guestier 2ª série a IPCA + 12,00% a.a., R$ 24 milhões do CRI THCM 2 a IPCA + 12,00% a.a., mais R$ 2,8 milhões do CRI Summus a IPCA + 11,50% a.a. e a substituição da série 2 pela série 3 do CRI Residence Entreserras a CDI + 4,50% a.a., além da contratação de R$ 33,5 milhões em compromissada reversa a CDI + 0,74% a.a. média. O CRI Solfarma chegou ao vencimento no mês, e o saldo total de compromissadas reversas subiu para R$ 84,70 milhões.
O patrimônio líquido do VRTA11 fechou abril em R$ 1.314.465.129,26, abaixo dos R$ 1.316.635.896,64 registrados em março. O caixa aumentou de R$ 13,3 milhões para R$ 40,6 milhões, representando 3,0% do PL, enquanto a reserva por cota subiu de R$ 0,49 para R$ 0,76. A distribuição permaneceu em R$ 0,85 por cota, com o fundo mantendo a estimativa de rendimentos entre R$ 0,80 e R$ 0,90 por cota no primeiro semestre de 2026. Duas operações permanecem em análise, totalizando R$ 60 milhões.
A cota de mercado do VRTA11 subiu de R$ 77,62 em março para R$ 78,51 em abril, com o P/VP em 0,93x. O dividend yield mensal ficou em 1,08%, equivalente a cerca de 117% do CDI com gross-up de 15%. O número de cotistas reduziu de 105.131 para 104.232, e a rentabilidade dos últimos 12 meses passou de 13,14% para 12,99%.
A composição da carteira mostrou continuidade na predominância de CRIs indexados ao IPCA, com novas alocações detalhadas nos setores de construção civil. O rating foi atualizado para BBB+ no Summus e A- no THCM 2. O pipeline de aquisições e o nível de inadimplência entre os CRIs mantiveram-se estáveis em relação ao mês anterior.