No relatório de maio de 2026 do VRTA11, o patrimônio líquido fechou em R$ 1.306.696.394,39, abaixo dos R$ 1.314.465.129,26 de abril. A cota patrimonial recuou de R$ 84,30 para R$ 83,80, enquanto a cota de mercado caiu de R$ 78,51 para R$ 76,85. O número de cotistas diminuiu de 104.232 para 103.290. O rendimento por cota permaneceu em R$ 0,85, mas a reserva por cota subiu de R$ 0,76 para R$ 1,04. O caixa representava 3,8% do PL, ante 3,0% no mês anterior.
As novas alocações incluíram R$ 1,8 milhão no CRI Summus a IPCA + 11,50% e R$ 1,8 milhão no CRI Evoke 2ª série a CDI + 4,50%. Houve também venda de aproximadamente R$ 160 mil em cotas do FII SNME11, dando início ao desinvestimento gradual nessa posição com o objetivo de gerar caixa para operações de CRI. O saldo de compromissada reversa subiu levemente para R$ 85,70 milhões.
No DRE, os resultados recorrentes de CRI atingiram R$ 16.975.375,39, contra R$ 16.982.956,21 em abril. O total de rendimento distribuído ficou em R$ 13.253.560,40, igual ao mês anterior. O dividend yield mensal subiu para 1,11%, de 1,08%, e o P/VP fechou em 0,92x, ante 0,93x. A gestão passou a projetar rendimentos entre R$ 0,85 e R$ 0,95 por cota para o segundo semestre de 2026.