No relatório de fevereiro de 2026 do VINO11, o fundo registrou resultado total de R$ 0,039 por cota, sendo R$ 0,033 recorrente e R$ 0,005 não recorrente, com distribuição de R$ 0,040 por cota e dividend yield anualizado de 8,7% sobre a cota de R$ 5,50 no fim do mês. Comparado a janeiro, o resultado recorrente caiu de R$ 0,042 por cota, a receita de imóveis diminuiu de R$ 6.721 mil para R$ 5.932 mil e a reserva não distribuída reduziu de R$ 0,004 para R$ 0,003 por cota.
Um destaque operacional foi o novo contrato de locação de 527 m² no 12º andar do Haddock Lobo 347 com a Joompro Brazil Ltda no modelo turn-key, com vigência a partir de junho de 2026, elevando a ocupação do ativo de 18% para cerca de 26% da área BOMA e impactando positivamente o resultado em R$ 0,001 por cota após concessões. A taxa de ocupação média do portfólio permaneceu em 81%, enquanto 70% da receita de aluguel segue com contratos vencendo após 2030.
Houve recebimentos não recorrentes de R$ 451 mil, equivalentes a R$ 0,005 por cota, sendo R$ 289 mil da rescisão da loja no Oscar Freire 585 e a primeira de três parcelas de R$ 485 mil da Vitacon no Haddock Lobo 347, com as demais previstas para março e abril. A inadimplência líquida subiu para 1,8% devido a atraso no aluguel da Regus no Vita Corá, pago integralmente no início de março com multa e juros, e o aluguel médio de contratos típicos caiu para R$ 108,03 por m² ante R$ 115,16 em janeiro por conciliação pontual desse contrato.
A gestão mantém foco na comercialização de áreas vagas remanescentes, especialmente no Haddock Lobo 347, para recompor ocupação e estabilizar o resultado recorrente. O número de cotistas caiu para 132.985 de 134.415 em janeiro, mas o volume médio diário de negociação subiu para R$ 1,2 mil, com giro de 4,7%. O patrimônio líquido ajustou para R$ 818,8 milhões e obrigações a prazo para R$ 420,2 milhões, com aplicações financeiras em R$ 25,1 milhões. A estimativa de rendimentos recorrentes segue entre R$ 0,038 e R$ 0,045 por cota até junho de 2026.