No relatório de junho de 2026 do VINO11, o gestor informou o pré-pagamento parcial de R$ 14 milhões em juros acumulados do CRI Haddock, reduzindo em cerca de 30% a despesa financeira mensal do fundo. Essa operação gerou um impacto não recorrente negativo de R$ 0,169 por cota, absorvido pelo resultado acumulado não distribuído, sem afetar a distribuição recorrente.
O fundo celebrou dois novos contratos de locação no Haddock Lobo 347, totalizando 788 m², sendo 527 m² para a Sisley do Brasil e 261 m² para a ExitLag. Com isso, a ocupação estimada do ativo chega a aproximadamente 45% da área BOMA própria, em continuidade à estratégia comercial anterior.
Foi firmado contrato de promessa de venda e compra do Oscar Freire 585, com pagamento mensal adicional de R$ 250 mil ao fundo durante o período de verificação das condições. O ativo foi retirado do cálculo dos indicadores operacionais, contribuindo para a alta da taxa de ocupação média do portfólio para 91% em junho, ante 86% em maio.
O resultado total de junho foi negativo em R$ 0,132 por cota, impactado pelo pré-pagamento, enquanto o resultado recorrente ficou positivo em R$ 0,037 por cota. A distribuição de rendimentos foi de R$ 0,042 por cota, equivalente a dividend yield anualizado de 10,7% sobre a cota de mercado. O valor de mercado da cota encerrou em R$ 4,71, abaixo dos R$ 4,81 de maio.
O patrimônio líquido caiu ligeiramente para R$ 810,1 milhões, com dívida total reduzida para R$ 408,6 milhões após o pré-pagamento. A inadimplência manteve-se em patamar baixo de 0,3% da receita imobiliária.