O fundo VILG11 encerrou abril de 2026 com alta ocupação financeira de 99,5% e portfólio composto por mais de 390 mil metros quadrados de área alugável em 12 imóveis espalhados por sete estados, com foco principal em logística e transporte. A gestão destacou a entrega de uma obra no Alianza Park Belém, que gerou um yield on cost de 14,4% ao ano, e manteve um WAULT médio ponderado de 3,5 anos nos contratos de aluguel.
No período, o VILG11 realizou vendas adicionais de cotas do HGLG11, totalizando R$ 131,6 milhões em caixa entre janeiro e abril, o que gerou um ganho de capital líquido acumulado de R$ 13,9 milhões, ou R$ 0,93 por cota no ano. Ainda restam 2,75 milhões de cotas desse papel na carteira, avaliadas em R$ 430,1 milhões. Com esse resultado extraordinário, a estimativa de rendimentos para o primeiro semestre de 2026 foi ajustada para uma faixa entre R$ 0,80 e R$ 0,87 por cota, acima do projetado anteriormente.
No primeiro trimestre, o resultado total por cota chegou a R$ 2,51, com rendimentos distribuídos de R$ 2,44 por cota, superando os números do ano anterior. A alavancagem permanece baixa, com LTV de 11,9%, e o fundo possui caixa líquido positivo de R$ 566 milhões até o final de 2026, após deduzir obrigações de R$ 221,1 milhões relacionadas a aquisições de imóveis com vencimentos alongados até 2036. A cota de mercado do VILG11 opera com desconto de cerca de 7,9% em relação ao seu valor patrimonial.