O fundo VILG11 concluiu a venda de quatro ativos logísticos por R$ 719,6 milhões em 26 de novembro de 2025, com ganho de capital de R$ 93,2 milhões, ou R$ 6,22 por cota, a 4,8% acima do valor de laudo e cap rate médio de 9,2%. O pagamento incluiu R$ 582,2 milhões em cotas de HGLG11, R$ 47,4 milhões via assunção de CRI pelo comprador e R$ 80 milhões em parcela a prazo após 24 meses. Essa transação permite reposicionamento estratégico do portfólio, e a gestão estima rendimentos entre R$ 0,80 e R$ 0,87 por cota no primeiro semestre de 2026, considerando variação de até 5% no preço da cota HGLG11.
O portfólio atual do VILG11 conta com mais de 390 mil m² de ABL em 11 ativos distribuídos por sete estados e mais de 50 locatários, com ocupação financeira de 99% e WAULT de 3,7 anos. A comercialização do Extrema Business Park Bloco I foi 100% concluída em janeiro de 2026, com cinco inquilinos diversos, elevando o aluguel médio em 3,9% e reduzindo a participação da Tok&Stok na receita do fundo de 15% para 4,5%.
No 4T25, o resultado recorrente total foi de R$ 2,08 por cota, com rendimentos distribuídos de R$ 2,18 por cota, alta de 17,2% ante o 4T24. A cota de mercado está em R$ 102,65, com desconto de 9,3% sobre a patrimonial de R$ 113,11, LTV de 12,5% e valor por m² de ABL de R$ 2.773, abaixo da média dos pares. O caixa líquido projetado ao fim de 2026 é de R$ 583,7 milhões, após obrigações, com dívidas totais de R$ 234,1 milhões em parcelas a prazo corrigidas por IPCA mais spread.