No mês de julho de 2026 o VILG11 distribuiu R$ 0,82 por cota, o mesmo valor de junho, dentro do guidance de R$ 0,80 a R$ 0,87 por cota para o segundo semestre. O resultado total do mês foi de R$ 13,738 mil, equivalente a R$ 0,92 por cota, acima dos R$ 11,498 mil ou R$ 0,77 por cota registrados em junho, com o resultado recorrente subindo de R$ 10,124 mil para R$ 11,406 mil. A reserva de resultado não distribuído aumentou de R$ 499 mil para R$ 1,939 mil, ou de R$ 0,03 para R$ 0,13 por cota.
A venda de cotas do HGLG11 acelerou em julho, com 420.776 cotas alienadas por R$ 63,2 milhões e ganho de capital de R$ 4,15 milhões, ou R$ 0,28 por cota do VILG11, contra 114.678 cotas e R$ 17,2 milhões em junho. A posição remanescente caiu de 2.423.286 para 2.242.698 cotas, com valor de mercado reduzido de R$ 365,9 milhões para R$ 330,6 milhões. O total acumulado de vendas desde novembro de 2025 chegou a R$ 245 milhões.
O patrimônio líquido se manteve em torno de R$ 1,64 bilhão, com os imóveis subindo ligeiramente de R$ 1.299,2 milhões para R$ 1.302,4 milhões e as aplicações financeiras recuando de R$ 492,9 milhões para R$ 483 milhões, refletindo as vendas de HGLG11. As obrigações financeiras permaneceram estáveis em R$ 214,3 milhões. O número de cotistas caiu de 149.719 para 149.265 e o valor de mercado da cota passou de R$ 92,92 para R$ 91,12.
A taxa de ocupação financeira do portfólio ficou em 99,5%, igual a junho, enquanto a receita média por metro quadrado recuou de R$ 23,2 para R$ 23,1. A inadimplência líquida média subiu de 0% para 1,3%. A participação do HGLG11 na receita de aluguel própria caiu de 22,8% para 20,9%, e o percentual de receita com vencimento a partir de 2029 passou de 76,3% para 77%. O WAULT permaneceu em 3,7 anos.