VILG11

VINCI LOGÍSTICA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

31/03/2026

Entrega

08/04/2026 18:51

Resumo

No relatório de março de 2026 do VILG11, o fundo distribuiu R$ 0,82 por cota, igual ao de fevereiro, dentro do guidance mantido de R$ 0,80 a 0,87 até junho. O resultado total foi de R$ 13,3 milhões (R$ 0,89/cota), acima dos R$ 12,6 milhões (R$ 0,84/cota) do mês anterior, com resultado de imóveis em R$ 8,7 milhões (R$ 0,58/cota) contra R$ 7,5 milhões (R$ 0,50/cota). A reserva não distribuída subiu para R$ 2,6 milhões (R$ 0,17/cota), de R$ 1,6 milhão (R$ 0,11/cota).

O processo de venda de cotas de HGLG11 continuou, com alienação de 206 mil cotas por R$ 32,4 milhões e ganho de capital de R$ 3,5 milhões (R$ 0,24/cota), superior aos R$ 30,5 milhões e R$ 3,3 milhões (R$ 0,22/cota) de fevereiro. A posição final em HGLG11 caiu para 3 milhões de cotas (R$ 468 milhões), ante 3,2 milhões (R$ 513 milhões), totalizando vendas acumuladas de R$ 92,9 milhões em 2026 com ganho de R$ 9,9 milhões (R$ 0,66/cota). O gestor planeja alocar o caixa em novas oportunidades.

A cota de mercado fechou em R$ 98,08 (ex-rendimentos), queda de 4,3% ante R$ 102,48 em fevereiro, levando rentabilidade mensal a -3,5% (contra +1,4%). Acumulado 2026 ficou em 1,7%, de 5,4%. O valor patrimonial por cota foi R$ 112,44, de R$ 113,19. Número de cotistas subiu para 148.166, de 146.610, com liquidez diária média de R$ 4,1 milhões (segunda maior em 12 meses), ante R$ 3,2 milhões, e giro de 6,0% contra 3,8%.

Na carteira, imóveis somaram R$ 1.260 milhões (R$ 84/cota), estável ante R$ 1.259 milhões, enquanto aplicações financeiras caíram para R$ 586 milhões (devido a vendas de HGLG11), de R$ 605 milhões. Caixa líquido em R$ 363 milhões, de R$ 377 milhões, e obrigações financeiras reduziram para R$ 223 milhões, de R$ 229 milhões. Portfólio segue com 11 imóveis em 7 estados, 390 mil m² ABL, WAULT de 3,5 anos (de 3,7 anos), ocupação de 98,4% (de 99,5%), receita média de aluguel R$ 23,1/m² (de 23,4) e inadimplência líquida de -3,1% (melhora ante 4,1%).

O gestor destaca piora no cenário macro com choque de petróleo pela crise no Oriente Médio, elevando inflação e incertezas nos cortes de Selic (25 bps iniciados), contrastando com visão mais benigna em fevereiro. Composição de receita por locatários e estados manteve HGLG em 29%, sem mudanças significativas em vacância ou novos contratos.