O informe anual, com competência de junho de 2026, afirma que o VGIP11 encerrou o exercício em linha com sua estratégia e remete ao informe mensal para os detalhes do resultado. A relação de negócios inclui diversos CRIs associados à obtenção de lucro na venda, além de movimentações recorrentes em fundos de renda fixa do BTG e títulos públicos. Para o período seguinte, o fundo informa que seguirá sua política de investimentos e poderá buscar oportunidades de expansão conforme as condições de mercado.
Segundo o administrador, juros elevados tornaram o ambiente desafiador para o mercado imobiliário e os FIIs, reduzindo a atratividade do setor e deixando os investidores mais cautelosos. Ainda assim, os fundamentos foram considerados resilientes, especialmente em ativos de melhor qualidade e com geração recorrente de renda. A expectativa para o próximo período é de continuidade dessa resiliência, embora juros altos e crédito restrito sigam influenciando o setor.
Os CRIs foram avaliados a valor justo com base em taxas de negociação e modelos internos que usam premissas de mercado, sobretudo para ativos com pouca liquidez. A tabela apresenta variações de valorização ou desvalorização entre 4,71% e 91,59%. O fundo tinha 83.278 cotistas, e pessoas físicas detinham 91,03% das cotas. A remuneração do administrador no ano foi de R$ 9,91 milhões, equivalente a 0,94% do patrimônio contábil e 1,04% do valor de mercado; o informe não traz informações sobre processos judiciais relevantes.