No relatório de abril de 2026 do VCRI11, o fundo gerou resultado caixa de R$ 0,104 por cota, acima dos R$ 0,100 de março, com distribuição mantida em R$ 0,090 por cota e dividend yield anualizado de 14,40% sobre cota de R$ 7,50, contra 14,67% em março sobre R$ 7,36. A reserva não distribuída subiu para R$ 0,034 por cota, ante R$ 0,020.
O número de CRIs na carteira aumentou de 61 para 64, com 77% atrelados ao IPCA (era 79%) e 18% ao CDI (era 19%), e concentração média por emissor de 1,5% do PL contra 1,4%. O PL total chegou a R$ 196,1 milhões (R$ 9,54 por cota), contra R$ 195,7 milhões (R$ 9,53), com CRIs em R$ 181,4 milhões (92,5% do PL, ante 89,5% ou R$ 175,1 milhões), FIIs em R$ 11,3 milhões (5,8%, ante 6,1% ou R$ 12 milhões) e aplicações financeiras em R$ 4,7 milhões (ante R$ 10,7 milhões).
Nas movimentações, o gestor comprou R$ 3,4 milhões do CRI Solfácil III Super Sênior a 15,12% pré-fixado (lastreado em painéis solares), R$ 2,1 milhões do CRI Solfácil II a 14,56% pré, R$ 0,75 milhão do CRI Solfácil I a 14,90% pré, R$ 2 milhões do CRI City a CDI + 4% (com garantias reais) e R$ 1,8 milhões em CRIs Dasa a IPCA + 13,12% médio. Vendeu LCIs da Caixa e Inter por R$ 5,58 milhões, gerando ganhos de capital e liquidez. Em FIIs, comprou R$ 3 milhões do IRIM11 e vendeu R$ 2 milhões do KNIP11 e R$ 0,9 milhão do VGIP11.
No monitoramento de ativos, o CRI Ekko e Serpasa mantiveram atualizações semelhantes às de março, com retomada de obras e execução de garantias em andamento. No CRI Casa e Vídeo, houve pedido de Recuperação Judicial em 29/04/2026, com continuidade das tratativas para execução de garantias junto a credores.
Pela composição setorial de CRIs, geração distribuída subiu para 19% (era 17%), logística ficou em 15%, varejo em 13%, imobiliário residencial em 20%, agronegócio caiu para 11% (era 13%), com outros em 22%. Cotistas caíram para 12.996 (ante 13.104), valor de mercado em R$ 133,3 milhões (ante R$ 130,8 milhões), volume diário médio de R$ 300,6 mil (ante R$ 358 mil) e giro de 4,5% (ante 5,9%). Rentabilidade total do mês foi de 1,9% (cota +0,7% mais rendimentos), revertendo os -3,2% de março, superando IFIX em 0,4 pp. A estimativa de rendimentos segue entre R$ 0,08 e R$ 0,11 por cota até junho.