No relatório de maio de 2026 do VCRI11, o patrimônio líquido fechou em R$ 195,8 milhões, ligeiramente abaixo dos R$ 196,1 milhões de abril. A alocação em CRIs subiu para 95,0% do PL, ante 92,5% no mês anterior, com redução nas aplicações financeiras de R$ 4,7 milhões para R$ 2,1 milhões e nas cotas de FIIs de 5,8% para 5,0%. O número de cotistas recuou de 12.996 para 12.810.
As movimentações do mês incluíram a compra de R$ 3,0 milhões no CRI Solfácil a CDI + 5,5% e de R$ 3,4 milhões no CRI AXS Energia a IPCA + 12,0%, ambos ligados a geração distribuída solar. Em paralelo, foram vendidas cotas de KNHY11 e VGIR11 no valor total de R$ 1,58 milhão. O total de CRIs na carteira permaneceu em 64 ativos, com exposição de 22% em geração distribuída, 19% em imobiliário residencial e 77% indexados ao IPCA.
O resultado caixa de maio foi de R$ 0,099 por cota, levemente inferior aos R$ 0,104 de abril. A distribuição anunciada subiu para R$ 0,095 por cota, elevando o dividend yield anualizado calculado sobre a cota de mercado de 14,40% para 15,44%. A cota patrimonial fechou em R$ 9,53 e a de mercado em R$ 7,48, com a rentabilidade do mês em -0,3%, superando o IFIX em 1,0 ponto percentual.
O monitoramento de ativos repetiu os temas de abril, com destaque para o vencimento antecipado do CRI Ekko, a execução de garantias no CRI Serpasa e o pedido de recuperação judicial da Casa e Vídeo. Os comentários do gestor mantiveram o foco no cenário macroeconômico global e doméstico, destacando a política monetária ainda contracionista no Brasil e os impactos do choque de petróleo sobre a inflação e os cortes de juros.
A estimativa de rendimentos até junho de 2026 segue entre R$ 0,08 e R$ 0,11 por cota, sem alteração relevante em relação ao relatório anterior. O volume médio diário negociado na B3 subiu de R$ 300,6 mil para R$ 427,0 mil.