O relatório de julho de 2026 do VCRI11 indica que o número de CRIs na carteira subiu de 64 para 66, com o patrimônio líquido avançando de R$ 194,2 milhões para R$ 195,8 milhões. A cota patrimonial aumentou de 9,45 para 9,53, enquanto a cota de mercado recuou de 7,29 para 7,19, elevando o dividend yield anualizado de 15,84% para 16,07%. O número de cotistas caiu de 12.676 para 12.545, e o volume médio diário negociado na B3 diminuiu de R$ 292 mil para R$ 177,9 mil.
O resultado caixa gerado no mês foi de R$ 0,098 por cota, abaixo dos R$ 0,122 registrados em junho, e a distribuição manteve-se em R$ 0,095 por cota. A rentabilidade do mês ficou em -0,1%, superior aos -1,3% do mês anterior, enquanto o acumulado de 2026 recuou ligeiramente de 5,9% para 5,6%. A composição da carteira mostrou 95% em CRIs e 5,3% em cotas de FIIs, com exposição de 77% em indexadores IPCA, 18% em CDI e 5% pré-fixado, mantendo-se próxima à do mês anterior.
Nas movimentações, o fundo vendeu R$ 84 mil do CRI Solfácil e comprou R$ 2,7 milhões do CRI AXS Energia, além de R$ 427 mil do CRI Consórcio da AXS, R$ 56 mil do CRI JSL e R$ 48 mil do CRI DASA. Também adquiriu R$ 500 mil do VCJR11. Os ativos em monitoramento, como Ekko, Serpasa e Casa e Vídeo, apresentaram atualizações semelhantes às do relatório anterior, sem alterações significativas nos processos de execução ou recuperação judicial. A estimativa de rendimentos para os próximos meses permaneceu entre R$ 0,08 e R$ 0,11 por cota até setembro de 2026.