No relatório de abril 2026 do VCJR11, o resultado distribuível foi de R$ 1,11 por cota, com distribuição de R$ 1,00 por cota paga em 15 de maio, elevando a reserva acumulada para R$ 1,08 por cota, ante R$ cerca de 0,97 por cota no mês anterior, conforme estratégia para cobrir descontos de mercado e ajustes de avaliação.
A carteira encerrou com 93,5% do PL alocado, sendo 92% em 43 CRIs com rentabilidade média de 16,9% a.a. (IPCA + 10,8% a.a.), prazo médio de 3,9 anos e spread de 2,7% a.a., mais 1,5% (R$ 20,8 milhões) em FII CYCR11; caixa em 6,5%, sem operações compromissadas. Comparado a março, a alocação em CRIs subiu ligeiramente, com 97% indexados ao IPCA.
A principal movimentação foi o aumento de R$ 10 milhões na posição do CRI JFL Lorena (IPCA + 10,49% a.a.), que passou a representar 1,8% do PL (R$ 25 milhões), mantendo a diversificação em 9 segmentos, com residencial em 44,3%, varejo 26,5% e energia 10%; geographicamente, SP com 62,2%. LTV médio ponderado ficou em 60%, com 82,1% dos CRIs vencendo em 2030+.
A gestão avançou na reorganização estratégica dos fundos high grade IPCA+ (PCIP, VCJR11, RBRR e RPRI), visando consolidação para diluir riscos, ganhar escala, elevar liquidez e otimizar custos, com análises em curso e assembleia prevista no semestre, conforme mencionado desde fevereiro.
Sem novos CRIs na watchlist; CRI Coteminas (5,6% PL) segue adimplente apesar de RJ do devedor, com garantias extraconcursais e revisão de LTV em análise; CRI Serpasa (0,3% PL) prossegue em execução após resgate antecipado por inadimplência, com garantias extraconcursais.
O PL atingiu R$ 1.390,3 milhões (R$ 94,42/cota), P/VP em 0,86 e valor de mercado R$ 1.189,5 milhões (R$ 80,79/cota); performance de +3,5% no mês, ante +1,5% do IFIX, com yield (IPCA+) de 12,6% no preço atual; ADTV de R$ 2,8 milhões e cotistas em 28.889, alta ante 28.300 em março.
Em assembleias de abril, o fundo votou a favor e aprovou deliberações em CRIs como Visconde Icaraí, JFL Lorena, Cidade Matarazzo e Coworking Allianz.