No mês de maio de 2026 o VCJR11 encerrou com patrimônio líquido de R$ 1.379,1 milhões e P/VP de 0,84x, contra R$ 1.390,3 milhões e 0,86x em abril. A alocação caiu levemente para 93,1% do PL, sendo 91,6% em 43 CRIs e 1,5% no FII CYCR11, com caixa em 6,9%.
A rentabilidade média da carteira de CRI ficou em 17,1% a.a. (IPCA + 10,9%), com prazo médio de 4,1 anos e spread de 2,7%, praticamente estável em relação ao mês anterior. A composição setorial e geográfica mostrou pouca variação, com maior exposição ainda em residencial e varejo, concentrada em São Paulo.
No resultado do mês foi reconhecida provisão de perda de R$ 7 milhões (R$ 0,47 por cota) no CRI Unacorp, o que reduziu o resultado distribuível para R$ 0,78 por cota. Mesmo assim, o fundo manteve a distribuição em R$ 1,00 por cota, utilizando parte da reserva acumulada, que caiu de R$ 1,08 para R$ 0,86 por cota. Não houve movimentação de compra ou venda de ativos durante o mês.
A gestora informou que segue o mesmo processo de reorganização dos fundos high grade IPCA+ (PCIP, VCJR, RBRR e RPRI) e comunicou que, após provisões pontuais reconhecidas em alinhamento com os administradores, as etapas técnicas estão em fase final, com previsão de convocação de assembleia geral nas próximas semanas para possível consolidação.
O número de cotistas subiu para 29.327, o volume médio diário negociado ficou em R$ 2,7 milhões e o desempenho do mês foi de -1,6%, abaixo do IFIX de -1,3%. A distribuição se manteve estável em R$ 1,00, seguindo o padrão dos meses anteriores.