A carteira do VCJR11 no relatório mais recente mantém composição similar à de fevereiro/2026, com 85% alocado em CRIs e foco em segmentos de varejo (cerca de 20% nos top ativos), residencial (cerca de 15%) e energia (cerca de 8%). Os cinco principais CRIs continuam dominando: CRI Cidade Matarazzo IPCA A em 104,2 milhões (7,5% do PL, leve queda de 104,8 milhões), Almeida Jr. I em 86,7 milhões (6,2%, de 87,5 milhões), Coteminas em 77,8 milhões (5,6%, de 78,1 milhões), JFL Jardins em 76 milhões (5,5%, de 77 milhões) e Origo Energia em 70,2 milhões (5,1%, de 70,7 milhões).
Observam-se pequenas reduções nos montantes MTM na maioria dos top 15 ativos em relação ao mês anterior, como nos Fasano A e B (de 52,4 para 50,8 milhões cada) e Alto das Nações B e C (de 58 para 57,3 milhões cada), provavelmente por amortizações ou ajustes de marcação. Taxas MTM apresentaram variações pontuais: Cidade Matarazzo subiu para IPCA + 11,5% (era 11,3%), Fasano caiu para 10,9% (era 11,4%) e Global Realty para 12,3% (era 13%).
Novo destaque é o CRI Ecopark II, logístico no PR, que entrou no top 10 com 40,9 milhões (2,9% do PL), à taxa MTM de IPCA + 8,9%, com LTV de 19% e vencimento em out/36. Os CRIs PPP Habitacional A e B mantêm 39,6 milhões cada (2,9%), Coteminas segue em revisão de LTV e emissões continuam concentradas em Opea e Riza.
Prazos médios e LTVs permanecem estáveis na faixa de 4 anos e abaixo de 80% na maioria, sem menção a watchlist ou novas decisões de gestão no trecho disponível. Nenhuma alteração significativa em estrutura de capital ou distribuições é destacada em comparação ao relatório anterior.