No relatório de fevereiro de 2026 do VCJR11, o patrimônio líquido atingiu R$ 1.397,5 milhões, ou R$ 94,92 por cota, ante R$ 1.392,83 milhões e R$ 94,60 por cota em janeiro. O P/VP subiu para 0,86x de 0,85x, com valor de mercado em R$ 1.199,7 milhões e cota a R$ 81,48.
O resultado distribuível foi de R$ 0,68 por cota, inferior aos R$ 1,02 de janeiro, impactado por receita extraordinária negativa de R$ 0,15 por cota do resgate do CRI Pacaembu original de R$ 40 milhões (CDI + 5% a.a.). Foi distribuído R$ 0,69 por cota em 12 de março, reduzindo a reserva acumulada para R$ 0,73 por cota, de R$ 0,74 anterior.
A alocação encerrou em 85,3% do PL, com 83,8% em CRI (yield nominal 16,4% a.a., IPCA + 10,6%, prazo médio 4,1 anos, spread 2,4%) e 1,5% em FII CYCR11, ante 87,4% em janeiro (CRI 85,9%, yield 16,8%, IPCA + 11,2%, spread 3,4%). Caixa subiu para 14,7% de 12,6%. A carteira mantém 40 CRI, com 96% IPCA, 2% CDI e 2% pré-fixado.
Movimentações incluíram zerar R$ 25,5 milhões no CRI Urbanes II A e B, aumentar R$ 3,5 milhões no CRI Visconde Icaraí B (IPCA + 12,6%), e novas posições: R$ 17,6 milhões no CRI Pacaembu II subordinado (CDI + 4%), R$ 20 milhões no CRI Plano a Plano (IPCA + 9,6%) e R$ 6,3 milhões no CRI JFL Lorena (IPCA + 10,5%). O resgate do CRI Pacaembu gerou provisão de 50% no prêmio a prazo (10% em fevereiro/26, 45% em julho/26 e 45% em dezembro/26), com possível reversão se pago conforme cronograma.
Na composição, residencial passou para 43,4% de 39,8%, varejo para 28,9% de 30,6%, com SP em 69% de 67,7%. LTV médio ponderado subiu para 61% de 53%. Watchlist sem novidades, com CRI Coteminas (5,6% PL) e Serpasa (0,4% PL) em revisão.
A gestão menciona estudo para consolidação com fundos high grade IPCA+ como PCIP, RBRR e RPRI, visando diluição de riscos, escala, liquidez e custos menores, sujeito a AGE com quórum acima de 25%.
Performance do VCJR11 foi +2,1% no mês e 2,3% no ano, ante +0,2% em janeiro. Volume médio diário R$ 2,6 milhões (de R$ 2,0), cotistas 27.581 (de 27.120).