O TRXF11 divulgou material publicitário da sua 13ª emissão de cotas, com montante total de até R$ 5 bilhões e captação-alvo redimensionada para cerca de R$ 3,4 bilhões após exclusão de algumas operações do pipeline original, destinada exclusivamente a investidores profissionais e registrada na CVM sob rito automático sem análise prévia. O preço de emissão é de R$ 94,25 por cota acrescido de custo unitário de R$ 0,14, com possibilidade de lote adicional de até 100% e prazo de até 180 dias. Os recursos visam a aquisição de imóveis do pipeline em segmentos como logístico, varejo, educacional, shopping, hotelaria e lajes corporativas, sendo parte dos pagamentos realizada por compensação de créditos detidos contra os vendedores, o que preserva o caixa do fundo e evita novo endividamento.
Essa emissão busca diversificar a carteira de inquilinos reduzindo a concentração atual da receita, aumentar a presença em diferentes segmentos mantendo qualidade de crédito e otimizar a estrutura de capital. No cenário pós-emissão considerando a conclusão de todas as transações do pipeline, o valor investido em imóveis passaria de R$ 7,44 bilhões para R$ 12,26 bilhões, o patrimônio líquido de R$ 5,93 bilhões para R$ 9,33 bilhões e a área bruta locável de 1,22 milhão de m² para 2,21 milhões de m², com o número de imóveis subindo de 116 para 161. A distribuição estimada nos próximos 12 meses permanece entre R$ 0,90 e R$ 0,93 por cota, o prazo médio dos contratos cairia de 13,03 para 9,34 anos e o pipeline totaliza cerca de R$ 4,82 bilhões, dos quais R$ 3,39 bilhões via compensação de créditos, incluindo operações como portfólio de shoppings Iguatemi, Hotel Emiliano e galpões logísticos.
Na data-base de 30 de junho de 2026 o TRXF11 possui 62,43 milhões de cotas emitidas, patrimônio líquido de R$ 5,93 bilhões, valor de mercado de R$ 5,73 bilhões, 331.689 cotistas, 116 imóveis em 17 estados e liquidez média diária de R$ 22,27 milhões. Desde a listagem em 2020 a rentabilidade total das cotas mais dividendos foi de 79,86% contra 22,76% do IFIX. As projeções do cenário base apontam dividend yield de 11,82% no primeiro ano sobre o preço de emissão, alavancagem líquida caindo de 31,1% para 28,9% e resultado operacional por cota em torno de R$ 0,94 em 2026 e 2027. O material destaca que as informações prospectivas são meras estimativas sujeitas a riscos como crédito, mercado, imobiliário, vacância, tributário e de liquidez, sem garantia de resultados futuros, e recomenda a leitura atenta do regulamento, informe anual e seção de fatores de risco.