Outros relatórios · 30/09/2026
Referência 30/09/2026 · entregue 22/10/2026 09:48
Em uma linha
Conclusão da 13ª emissão de cotas captou R$ 3,16 bilhões, com R$ 2,63 bilhões liquidados por compensação de recebíveis
Resumo
O relatório de setembro de 2026 do TRXF11 destaca a conclusão da sua 13ª emissão de cotas, que captou R$ 3,16 bilhões e marcou um avanço importante em escala e diversificação do portfólio. Os recursos foram destinados à aquisição de ativos imobiliários de diferentes tipos, regiões e perfis de ocupação, ampliando as fontes de receita do fundo e reduzindo a dependência de exposições individuais. Do total, R$ 2,63 bilhões foram liquidados por meio da compensação de recebíveis dos vendedores com a subscrição de novas cotas, o que preservou a posição de caixa do TRXF11.
Em gestão ativa, o fundo concluiu a venda de um imóvel do Grupo Pão de Açúcar em Goiânia/GO e de um portfólio de 15 imóveis, incluindo agências locadas à Caixa Econômica Federal, dando sequência à estratégia de reciclagem de ativos maduros ou não estratégicos e reinvestimento em novas oportunidades. A gestora informa ainda que estão em negociação potenciais desinvestimentos de aproximadamente R$ 500 milhões. Ao final de setembro, o TRXF11 contava com 129 imóveis distribuídos em 19 estados e 67 cidades, área bruta locável de cerca de 2,05 milhões de m², 1.375 inquilinos e 354.486 cotistas, com WALE de 11,06 anos e 56,53% da receita vinda de contratos atípicos. A alocação do patrimônio era de 80,79% em imóveis, 12,00% em FIIs, 3,86% em CRIs e 3,36% em renda fixa.
A distribuição anunciada foi de R$ 0,93 por cota, equivalente a rendimento mensal de 1,30% e anualizado de 15,55%, com pagamento em 15 de outubro aos investidores posicionados no fechamento de 30 de setembro. A projeção para os próximos 12 meses segue entre R$ 0,90 e R$ 0,93 por cota. Na data-base, a cota de mercado era de R$ 71,79 contra valor patrimonial de R$ 95,99 por cota, com valor de mercado de R$ 4,45 bilhões e patrimônio líquido de R$ 5,99 bilhões. Em termos de concentração de receita, os maiores destaques eram Mercado Livre (14,91%), inquilinos logísticos (14,16%), varejistas de shopping centers (10,85%) e Assaí (6,86%).
Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.