O fundo TRBL11 registrou prejuízo de R$ 49,8 milhões no exercício de 2025, contrastando com o lucro de R$ 59,9 milhões em 2024. Seus ativos imobiliários incluem OnePark (R$ 214,1 milhões, valorização de 5,21%), Galpão Guarulhos (R$ 73,1 milhões, +6,72%), Centro Logístico Contagem (R$ 223 milhões, -28,27%), Feira de Santana (R$ 47,5 milhões, -2,26%) e Galpão Guarulhos 2 (R$ 89,9 milhões, +5,76%), todos avaliados a valor justo pela CBRE com método de capitalização de renda, considerando fluxos de caixa de 10 anos, taxas de desconto de 8,75% a 10,50% a.a. e cap rate terminal de 8,25% a 10%. O programa de investimentos foca em galpões logísticos e industriais, com parcela não aplicada em ativos de renda fixa de baixo risco ou cotas de outros FIIs.
O administrador, Rio Bravo Investimentos, mantém otimismo com a suavização da política monetária e cortes de juros a partir de março de 2026, apesar de pressões inflacionárias transitórias e riscos no câmbio e mercado de trabalho. Para 2026, a perspectiva é de consolidação do portfólio, com locação total da ABL em Contagem/MG (divulgada em fevereiro), execução de obras para novo locatário e manutenção da ocupação nos demais ativos, visando previsibilidade de receitas. Não há processos judiciais relevantes, e a taxa de administração foi de 0,84% a.a. (mínimo R$ 80 mil/mês), totalizando R$ 3,17 milhões pagos.
A distribuição de cotistas é pulverizada, com 90,38% das 7,73 milhões de cotas em mãos de 46.255 detentores com até 5%, e 9,62% com um acima de 5%. O diretor responsável é Paulo Andre Porto Bilyk, com experiência em investimentos imobiliários na Rio Bravo. Assembleias seguem regras padrão, com voto remoto via B3, e-mail ou carta, e documentos disponíveis no endereço da administradora ou e-mail [email protected]. Políticas de divulgação e negociação estão no site riobravo.com.br/governanca-corporativa.