No relatório de julho de 2026 do TRBL11, a distribuição de rendimentos caiu para R$ 0,44 por cota, ante R$ 2,68 no mês anterior, movimento esperado após o fim das receitas não recorrentes da venda de ativos. O resultado líquido do mês foi de R$ 3,8 milhões, ou R$ 0,49 por cota, com receitas de locação em R$ 4,6 milhões. O patrimônio líquido recuou para R$ 593,6 milhões, contra R$ 615,6 milhões no relatório anterior, e o número de cotistas diminuiu de 41.762 para 41.170. A cota fechou o mês a R$ 57,54, abaixo dos R$ 62,58 de junho, enquanto o volume médio diário negociado recuou para R$ 363,6 mil, de R$ 776,3 mil. O dividend yield anualizado ajustou-se para 9,2%, após o pico de 51,4% no mês anterior.
O fundo manteve a vacância física em 0%, com os cinco ativos totalmente ocupados, e o Wault reduziu-se para 4,57 anos, de 4,81 anos. A alavancagem subiu para 16,6%, com saldo devedor do CRI em R$ 98,5 milhões, contra 15,5% e R$ 95,4 milhões no relatório de junho. As obras de adequação no TRBL Contagem para a Shopee foram concluídas dentro do prazo, com vistoria e aceite em fase final, enquanto as reformas no TRBL Guarulhos I para a nova locatária Lab System prosseguem, com previsão de término no segundo semestre.
O gestor informou que os dois processos judiciais contra os Correios permanecem em andamento sem decisões de mérito, e que um atraso pontual de 3,6% nas receitas de locação foi regularizado nos primeiros dias de agosto. Sobre o IPTU do One Park referente a exercícios anteriores, as negociações para desconto seguem em curso, com recursos disponíveis na Associação One Park. O guidance de distribuição para o segundo semestre de 2026 foi mantido na banda entre R$ 0,43 e R$ 0,50 por cota, com FFO recorrente projetado entre R$ 0,45 e R$ 0,47. A composição da carteira permaneceu inalterada, com os mesmos locatários e percentuais de receita contratada.