No mês de maio o TOPP11 quitou integralmente a parcela restante da venda dos edifícios Metropolitan e Platinum, mantendo os R$ 215 milhões remanescentes como saldo a ser repactuado via instrumento específico com instituição financeira para estruturação de um CRI com prazo estimado de 5 anos e custo all-in projetado em IPCA + 8,9% a.a., operação ainda em andamento e sem alteração relevante em relação ao mês anterior.
A receita total atingiu R$ 0,94 por cota, resultando em distribuível de R$ 0,58 por cota, impactado negativamente por despesas não recorrentes de estruturação de dívida no valor de R$ 0,28 por cota, em contraste com o ganho não recorrente positivo de R$ 0,50 por cota registrado em abril. A distribuição manteve-se em R$ 0,84 por cota, pago em 19 de junho, alinhada ao valor dos meses anteriores, com a expectativa explícita de redução para cerca de R$ 0,45 por cota a partir de julho devido à nova despesa financeira do CRI.
A vacância física e financeira permaneceu em 0%, sem movimentações de locatários no mês, enquanto a gestão intensificou negociações para o 7º andar do Platinum, que será desocupado em junho pela Veritas e representa 255 m², e iniciou tratativas de renovação de contratos no Metropolitan com vencimento neste ano. O WALE ficou em 2,8 anos, estável.
O patrimônio líquido fechou em R$ 477,2 milhões, ligeiramente abaixo dos R$ 479,7 milhões de abril, com cota patrimonial em R$ 105,39. O valor de mercado recuou para R$ 285,4 milhões e preço por cota de R$ 63,02, resultando em P/VP de 0,60x contra 0,64x no mês anterior. O desempenho da cota foi de -5,2% no mês, inferior à variação do IFIX de -1,3%, e o dividend yield sobre cota de mercado subiu para 16,0% a.a.
O portfólio continua composto por dois edifícios classe A na região metropolitana de São Paulo, com 12.855 m² de ABL total e 35 locatários, sem alterações na composição por classe, segmento ou indexador. A liquidez média diária ficou em R$ 1,0 milhão no mês, acima dos R$ 0,7 milhão de abril.