No relatório de junho de 2026 do TOPP11 a vacância física subiu de zero para 2,0% e a financeira para 2,2% após a saída do locatário Veritas do edifício Platinum em 255 m². No mês anterior não havia vacância registrada. O número de locatários caiu de 35 para 34.
A distribuição de rendimentos em junho foi de R$ 0,95 por cota, superior aos R$ 0,84 pagos em maio. A gestão informou que a partir de setembro a distribuição deve cair para R$ 0,45 por cota em razão do custo do CRI em estruturação. O resultado distribuível do mês ficou em R$ 0,84 por cota sem eventos não recorrentes, enquanto em maio o resultado foi impactado por despesas de estruturação da dívida.
O patrimônio líquido recuou de R$ 477,2 milhões para R$ 464,2 milhões e a cota patrimonial passou de R$ 105,39 para R$ 102,51. O P/VP subiu de 0,60x para 0,61x. O valor repactuado para o CRI aumentou de R$ 215 milhões para R$ 226 milhões, mantendo a expectativa de custo all-in de IPCA mais 8,9% ao ano.
A ABL total passou de 12.855 m² para 12.892 m². O WALE caiu de 2,8 para 2,7 anos. O preço médio do portfólio subiu de R$ 37.660 por m² para R$ 38.414 por m² e o aluguel médio aumentou de R$ 318,4 para R$ 321,1 por m². A performance mensal do TOPP11 foi de mais 0,8% em junho, ante queda de 5,2% em maio. O dividend yield sobre a cota de mercado subiu de 16,0% para 18,2% ao ano.