TOPP11

PATRIA TOP OFFICES FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

31/07/2026

Entrega

20/08/2026 20:20

Resumo

No relatório de julho de 2026 do TOPP11, a receita total por cota subiu para R$ 0,93, gerando resultado distribuível de R$ 0,86, ante R$ 0,92 e R$ 0,72 no mês anterior. O aumento decorreu de R$ 0,02 por cota provenientes da quitação de valores de rescisão antecipada de contrato de locação. A distribuição efetiva foi de R$ 0,84 por cota, inferior aos R$ 0,95 pagos em junho, mantendo-se o guidance de redução para R$ 0,45 a partir de setembro em razão da alavancagem.

O saldo destinado à repactuação para estruturação do CRI aumentou para R$ 222,8 milhões, contra R$ 215 milhões no relatório anterior, com custo estimado em IPCA mais 8,9% ao ano. O patrimônio líquido recuou para R$ 464,7 milhões e a cota patrimonial para R$ 102,63, enquanto o valor de mercado subiu para R$ 305,2 milhões e a cota de mercado para R$ 67,39, elevando o P/VP de 0,60x para 0,66x. O volume médio diário de negociação cresceu de R$ 0,5 milhão para R$ 0,7 milhão.

Não houve novas saídas ou entradas de locatários em julho. A gestão iniciou antecipadamente as negociações para recomercialização da área do Gaia no Edifício Metropolitan, com desocupação prevista para outubro e tratativas já em fase de minuta contratual. Os processos de revisão locatícia também foram iniciados para ajustar condições aos parâmetros de mercado. A vacância física e financeira permaneceu estável em 2,0% e 2,2%, respectivamente, após a saída do Veritas em junho.

A performance do TOPP11 no mês foi de 9,0%, revertendo a variação de 0,8% registrada em junho, enquanto o acumulado de 2026 passou de -12,4% para -4,5%. O número de cotistas se manteve em 4,4 mil. A carteira continua composta pelos mesmos dois ativos em São Paulo, com Metropolitan representando 80% do valor patrimonial e Platinum 20%, sem alterações na alocação por classe ou indexador.