O TJKB11 registrou em abril de 2026 um patrimônio líquido de R$ 603,4 milhões, com valor patrimonial por cota de R$ 282,71 e cotação de mercado em R$ 255,02. O fundo distribuiu R$ 2,90 por cota, valor idêntico ao observado na maioria dos meses de 2025 e que representa uma recuperação após a queda para R$ 2,50 verificada em março de 2026.
A área locável total passou de 42.767 m² para 59.428 m² após a aquisição, em março de 2026, de três imóveis em São Paulo locados ao Instituto do Sono. Essa operação elevou o número de ativos para 40, incluindo a participação no BRC III. A receita de locação alcançou R$ 4,75 milhões no mês, com alta de 133,67% em relação ao período anterior, explicada pelo início da cobrança dos novos contratos e pelo recebimento de valores retroativos referentes a imóveis localizados na Avenida Brasil, Borba Gato, Tatuapé e Marselhesa. A receita total foi de R$ 6,41 milhões, 8,9% superior ao mês anterior.
As despesas operacionais no período caíram 90,3%, ou R$ 333 mil, principalmente por causa do reembolso de IPTUs pagos em janeiro e pela ausência de despesas condominiais pontuais que haviam ocorrido no mês anterior. O recebimento do BRC III subiu 11,6% para R$ 157,8 mil.
Em relação aos contratos, todos permanecem do tipo atípico, com taxa de ocupação mantida em 100% nos últimos 12 meses e WAULT de 11,36 anos. O vencimento dos contratos continua concentrado a partir de 2030, com 46% da receita prevista para 2041. A quantidade de cotistas alcançou 697 no segundo trimestre de 2026, continuidade do crescimento observado desde 2023. O fato relevante publicado em abril tratou da regularização dos valores inadimplidos pelo locatário T.K.S. Sistemas Hospitalares.