No mês de junho de 2026 o TJKB11 manteve a distribuição de rendimentos em R$ 2,90 por cota, o mesmo valor registrado em maio e ao longo do primeiro semestre. Essa remuneração representou 110% do CDI líquido pelo valor patrimonial da cota e 122% pelo valor de mercado. O patrimônio líquido caiu para R$ 592,2 milhões, com valor patrimonial da cota em R$ 277,44 e valor de mercado em R$ 249,84. As disponibilidades recuaram para R$ 9,1 milhões.
A receita de locação totalizou R$ 5,60 milhões em junho, queda de 7,79% em relação a maio, refletindo o recebimento de valores retroativos em alguns imóveis e a postergação do pagamento referente aos ativos Neolink. A receita total do mês foi de R$ 6,77 milhões, redução de 3,06% frente ao período anterior. O ganho de capital proveniente da venda de dois ativos em outubro de 2024 contribuiu com R$ 743 mil. O recebimento do FII BRC III caiu para R$ 151,6 mil.
As despesas operacionais diminuíram 42% para R$ 274 mil, influenciadas pela ausência de gastos pontuais como IPTU e anuidades da CVM registrados no mês anterior. O reajuste anual foi aplicado em junho sobre os contratos de Avenida Brasil, Borba Gato, Marselhesa, Tatuapé e Neolink.
O portfólio permaneceu com 59.428 m² de ABL e 40 ativos, sem novas aquisições ou vendas no período. A taxa de ocupação se manteve em 100% nos últimos 12 meses. O WAULT caiu levemente de 11,28 para 11,14 anos. A distribuição dos vencimentos contratuais mostrou pequenas variações, com 34% em 2033 e 45% em 2041.
A estrutura de alavancagem via CRI continua inalterada, com volumes e prazos iguais aos informados em maio. O número de cotistas chegou a 767 no segundo trimestre de 2026, mantendo a trajetória de crescimento observada desde o final de 2024.