O documento divulgado apresenta os resultados do TGAR11 referentes ao terceiro trimestre de 2025, destacando um portfólio com 189 ativos distribuídos em 20 estados e 107 municípios, com patrimônio líquido de R$ 2,56 bilhões. No período foram comercializadas 2.323 unidades, resultando em VGV vendido de R$ 342 milhões, dos quais R$ 237 milhões referem-se à participação do fundo, com alta de 7,9% em relação ao mesmo trimestre de 2024. O estoque de projetos lançados alcançou R$ 2,04 bilhões, concentrado principalmente em urbanismo, enquanto o landbank registrou VGV potencial de R$ 2,75 bilhões.
As obras receberam aportes de R$ 70 milhões pela participação do TGAR11 no trimestre, com R$ 411 milhões ainda remanescentes em custos, e a carteira de recebíveis apresentou valor presente de R$ 2,52 bilhões. O índice de velocidade de vendas (VSO) ficou em 8,50%, ligeiramente abaixo do ano anterior, em meio a um cenário de juros elevados que impacta o crédito imobiliário, embora a inadimplência global tenha permanecido estável em torno de 5%. A gestão adotou postura conservadora, postergando lançamentos e realizando ações de limpeza de carteira para controlar distratos.
O relatório também detalha ativos específicos em acompanhamento, como o Brasil Center Shopping, Linea e Residencial Masterville Juína, alguns com velocidade de vendas abaixo do esperado e TIRs mais baixas que o projetado, porém com margens líquidas positivas e sem prejuízo ao fundo. São explicadas as estruturas de governança, matriz de riscos por tipologia, metodologias de precificação de ativos via equivalência patrimonial e apuração da taxa de performance.