O informe anual do TEPP11, fundo de tijolo focado em renda de escritórios com gestão ativa, referente a dezembro de 2025, destaca que o fundo encerrou o exercício em linha com sua estratégia, conforme informe mensal de dezembro. O mercado de FIIs enfrentou desafios com juros elevados, reduzindo a atratividade e levando investidores a uma postura cautelosa. Para 2026, espera-se melhora gradual com possível queda de juros e maior interesse pelos ativos imobiliários. O programa de investimentos prevê seguir a política atual, buscando expansão do patrimônio conforme condições de mercado.
Os ativos imobiliários incluem cotas em outros FIIs como RBR Alpha Plus, Tivio Renda Imobiliaria e WHG Real Estate, com valores contábeis totais baixos e sem variação no período, avaliados pelo valor de cotas na B3. Não há processos judiciais relevantes, negócios realizados no período ou prestadores adicionais acima de 5% das despesas. A distribuição de cotistas é pulverizada, com 76,63% das cotas em mãos de 29.877 detentores até 5%, e dois acima de 5% e 10%, sendo 55% com pessoas físicas.
A remuneração do administrador BTG Pactual foi de R$ 3,76 milhões, ou 0,80% do patrimônio contábil. O diretor responsável é Gustavo Cotta Piersanti, sem cotas detidas. Houve diversas transações em cotas de fundos renda fixa como BTG Tesouro Selic e aplicações em CRIs, todas com o BTG e autorizadas em assembleia de 31/12/2025. Detalhes sobre assembleias, políticas de divulgação e voto estão disponíveis nos sites da B3 e BTG, com riscos em anexo.