As demonstrações financeiras do TEPP11 em 31 de dezembro de 2025, auditadas pela PwC com opinião sem ressalvas, abrangem o período de 18 de junho a 31 de dezembro de 2025, após transferência de administração para o BTG Pactual. O ativo total alcançou R$ 720,8 milhões, com propriedades para investimento representando R$ 634,3 milhões (135% do patrimônio líquido de R$ 469,6 milhões), impulsionadas por aquisições como Top Center (R$ 167,4 milhões) e frações adicionais no Condomínio Faria Lima. O passivo cresceu para R$ 251,2 milhões, principalmente por obrigações de captação (R$ 98,2 milhões) e aquisições de imóveis (R$ 143,8 milhões).
No período, o fundo registrou lucro líquido de R$ 11,5 milhões, com receitas de aluguéis de R$ 25,8 milhões, mas impacto negativo de R$ 8,7 milhões no ajuste ao valor justo das propriedades; o lucro por cota foi R$ 0,23, e o valor patrimonial da cota fechou em R$ 9,46. Comparando com o semestre anterior (até 17/06/2025), o lucro foi R$ 12,1 milhões, e em 2024 foi R$ 53,4 milhões. Foram distribuídos R$ 21,9 milhões em rendimentos (R$ 0,42 médio por cota), atendendo a política mínima de 95% dos resultados apurados em caixa.
O fundo emitiu 7,4 milhões de novas cotas em dezembro de 2025 (pós-desdobramento 1:10 em novembro, que reduziu o preço de fechamento de dezembro para R$ 8,68), captando R$ 72,7 milhões para a compra do Top Center. Principais imóveis incluem Torre Sul, Passarelli, Fujitsu, Faria Lima, Sede GPA e Top Center, avaliados por laudos da Colliers com taxas de desconto de 8,75% a 9,75% e vacância média baixa (até 6,6%). Há exposição a riscos como vacância, inadimplência e macroeconômicos, mitigados por diversificação e monitoramento.