No relatório de fevereiro de 2026 do TEPP11, o patrimônio líquido subiu para R$ 480,7 milhões, contra R$ 474,3 milhões em janeiro, com cota patrimonial em R$ 9,69 e cota de mercado em R$ 9,28, ante R$ 9,56 e R$ 8,74 no mês anterior. O P/VP avançou para 0,96, de 0,91, e o número de cotistas chegou a 37.989, com ingresso líquido de 4.007 investidores.
A distribuição de rendimentos foi de R$ 0,08 por cota, equivalente a DY mensal de 0,86% ou anualizado 10,85%, superior aos R$ 0,075 de janeiro. O fundo registrou performance de +5,85% em fevereiro, contra +1,32% do IFIX. A gestão divulgou guidance de distribuições para o segundo semestre de 2026, com bandas que consideram vencimentos contratuais relevantes, podendo ser revisado em caso de renovações.
Em 2 de março, foi recebida a última parcela da venda do Edifício Condomínio São Luiz, de R$ 77,7 milhões, concluindo a operação com ganho de capital total de R$ 39,8 milhões, reconhecido na competência de fevereiro e impactando distribuições futuras. A gestão continua prospectando novos ativos em lajes corporativas e desinvestimentos de maduros, além de locações de áreas vagas.
A vacância física permaneceu em 5,69%, mas a financeira subiu para 4,70%, de 2,30% em janeiro, com destaque para Top Center em 24,35% e Passarelli em 2,44%. O WAULT caiu ligeiramente para 5,2 anos, de 5,3, e o valor de mercado por m² dos ativos foi para R$ 11.539, de R$ 10.872. ABL total segue em 52.514 m² com 6 ativos e 47 locatários.
Nos ativos, avanços incluem divulgação oficial do heliponto no Torre Sul com receitas a partir de março; estudo para espaço de descompressão no 17º andar do Passarelli; foco em locação de café/coworking e modernização de portaria no Fujitsu; fase de concorrência para retrofit no Brigadeiro Faria Lima; tratativas para reparos estruturais no GPA até abril; e início de cobranças condominiais com nova administradora no Top Center, prevendo economia de até 40% na cota.
O fluxo de caixa projetado indica capacidade para honrar compromissos até setembro de 2027, com avaliações para nova emissão. A alavancagem segue em torno de 20,9% do PL no 1T26. A liquidez média diária nos 30 dias foi de R$ 2,78 milhões, ante R$ 3,38 milhões em janeiro.