O relatório de abril de 2026 do TEPP11 mostra patrimônio líquido de R$ 478,4 milhões, abaixo dos R$ 480,7 milhões de março. A cota de mercado fechou em R$ 9,04, contra R$ 9,11 no mês anterior, enquanto o patrimônio por cota saiu de R$ 9,69 para R$ 9,64. O dividend yield mensal permaneceu em 1,45%, com pagamento de R$ 0,131 por cota, repetindo o valor alto registrado desde março e representando 18,84% ao ano. O número de cotistas subiu para 42.549, partindo de 40.600 em março, e o volume médio diário negociado caiu para R$ 1,8 milhão.
A vacância física do portfólio avançou para 5,69%, ante 5,11% no relatório anterior, enquanto a vacância financeira recuou para 2,98%, de 4,86% anteriormente. O WAULT diminuiu para 5,0 anos, de 5,1 anos. O fundo mantém seis ativos e 47 locatários, com ABL total estável em 52.514 m².
Nas atualizações por imóvel, o Ed. Torre Sul avança em avaliações para locação de meia laje vaga, incluindo possível parceria plug and play e melhorias contínuas. No Ed. Passarelli, há tratativas finais para devolução de três conjuntos que devem ser absorvidos por outro ocupante do próprio prédio, sem expectativa de vacância adicional, além de negociações de renovação com a Casa Bauducco e impermeabilizações em curso. O ativo segue na janela de desinvestimento. No Ed. Fujitsu, continuam estudos de melhorias estruturais, ampliação de acesso ao estacionamento e análise em 3D de andares possivelmente vazios. No Ed. Brigadeiro Faria Lima, o projeto de retrofit permanece em fase de licitação e há tratativas de revisão de aluguel com um inquilino. O Ed. GPA mantém negociações para formalização da fase 2 de reparos estruturais. No Ed. Top Center, a nova gestão condominial assumiu 100% das operações e identificou prioridades em elevadores e ar-condicionado, com estudo para formatos turnkey ou plug and play no primeiro pavimento e possível ampliação para ocupante atual.
A gestão informou que segue em tratativas avançadas para desinvestimento de um ativo do portfólio e prospecção ativa de novas aquisições, que podem envolver pagamento misto com cotas do fundo e recursos em dinheiro. A prioridade permanece na absorção de áreas vagas e na renovação do contrato da Fujitsu. O fundo registrou ganho na base de investidores, ultrapassando 40 mil cotistas em março e chegando a mais de 42 mil em abril. O GPA continua adimplente e monitorado durante sua recuperação extrajudicial.
As projeções de fluxo de caixa mantêm a capacidade de honrar compromissos até agosto de 2027 sem novas emissões ou vendas. O cronograma de aquisições futuras permanece inalterado em relação ao mês anterior, com parcelas de pagamento em dinheiro e cotas previstas para 2026 e 2027.