O relatório mensal de abril de 2026 do TEPP11 apresenta os principais indicadores do fundo, que possui seis edifícios de escritórios em São Paulo. O patrimônio líquido ficou em cerca de 478 milhões de reais, com cota valendo 9,64 reais pelo valor patrimonial e 9,04 reais no mercado. A vacância física estava em 5,69% e a financeira em 2,98%, com 47 locatários e um WAULT de cinco anos. No mês, o fundo distribuiu 0,131 real por cota, o que gerou um yield mensal de 1,45% ou 18,84% em base anualizada.
Na carta da gestora, o mercado esteve volátil por causa de questões geopolíticas e da inflação, enquanto o Copom reduziu a Selic para 14,50%. O TEPP11 seguiu buscando novas aquisições, que podem envolver pagamento parcial em cotas, e mantém conversas avançadas para a venda de um ativo do portfólio. A prioridade atual é ocupar espaços vagos e renovar contratos, como o da Fujitsu, ao mesmo tempo em que a gestora acompanha de perto a situação do locatário GPA, que está em processo de reestruturação mas mantém os pagamentos em dia. Também foi iniciado um canal mensal de perguntas e respostas com os cotistas.
O portfólio continua focado em melhorias nos imóveis, como reformas e estudos para locação em Torre Sul, Passarelli, Fujitsu, Brigadeiro Faria Lima, GPA e Top Center. As projeções de caixa indicam capacidade para cumprir obrigações até agosto de 2027 sem novas emissões, e parte dos ativos já chegou a um estágio que permite possíveis vendas estratégicas. O número de cotistas cresceu para 42.549, com volume médio diário de negociação de cerca de 1,8 milhão de reais no mês.